sábado, 28 de janeiro de 2012

ÁLVARO DIAS RESPONDE FARINA

 Pedi ajuda para o senador Álvaro Dias para que trabalhe mais por Rolândia e recebi a seguinte resposta: Farina, um senador luta por causas nacionais.É evidente que o Municipio é parte. Mas os porta-vozes imediatos do Municipio são os vereadores,o prefeito,deputados estaduais e o governador.  Mas  conte comigo sempre. Pode enviar questões fundamentais para o Municipio que procurarei repercutir na medida do possível. Abraços. Álvaro Dias
OBS.:  Comparem o estilo do Álvaro com a resposta do André Vargas. (postagem ai de baixo)Será que a equipe de André  agora aprendeu como se enrola uma pessoa sem baixarias?.....

ANDRÉ VARGAS RESPONDE FARINA "VIA FACE"

Pedi mais verbas para André vargas para Rolândia e ele assim me respondeu:
Desculpe José Carlos Farina mas infelizmente a Administração Municipal de Rolandia nem as verbas quebram (SIC) para gastar consegue fazê-ló . Veja as obras do Parque do Japão e as próprias Licitações de Câmeras de Vigilância do CISMEL que estavam sobre a responsabilidade do Prefeito e que desde maio estão suspensas. Você desinformou a população de Rolandia quando disse que ataquei a cidade. Reafirmo que infelizmente a atual Administração tem sido incompetente para gastar os recursos que Rolandia tem a disposição . . ANDRÉ VARGAS.
COMENTÁRIO:
Muito diplomata este deputado. Se vê que ele tem um jeito muito especial de fazer política. Se eu fosse deputado me colocaria sempre a disposição de uma cidade tão importante como Rolândia. Na próxima eleição precisamos escolher deputados que lutem por Rolândia até o fim e não apenas por algum tempo.. Como desinformei se vc chegou novamente a atacar a administração como incompetente?Vc quer brigar com Rolândia ou por Rolândia? Ah se o povo me escolhesse!... JOSÉ CARLOS FARINA
LINK: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=374005919292020&set=a.372539779438634.108118.100000478459885&type=1&theater&notif_t=photo_reply



  • Fabio Nogaroto 
    Dr José Carlos Farina aproveita e publica em seu blog o fato que lhe narrei: No dia em que o Brasil perdeu para a França na Copa do Mundo, por volta das 11 horas da manhã estive no Gabinete do Prefeito Joni e do meu Celular ele falou com oDeputado André Vargas que ofereceu 400 nil reais para que fosse terminada a Obra do Ginásio de Esportes do Sâo Fernando (que continua parada até hoje), acontece que duas semanas depois o Sr Prefeito ao me encontrar justificou que não aceitaria a verba, pois a Prefeitura deveria dar uma contrapartida em torno de 20%, mais ou menos uns 40 mil reais!!!

NOVO CALCADÃO DE LONDRINA DÁ PROBLEMAS

BONDENEWS

Celso Pacheco/Folha
Uma adutora da rede de abastecimento da Sanepar se rompeu no Calçadão de Londrina, na região central da cidade, na madrugada desta sexta-feira (27), e provocou a abertura de um buraco de 5 metros de comprimento e 2 metros de profundidade no piso. O buraco se abriu na avenida Paraná, entre as ruas Pernambuco e Hugo Cabral, na frente da agência do Banco Bradesco. 

De acordo com a gerente regional Londrina-Cambé da Sanepar, Mara Kalinowski, a ruptura ocorreu por volta das 2h30 e deve ter sido causada em razão da brusca variação térmica, redução do consumo e fadiga do material. 

BOSQUE LONDRINA - BARBOSA PERDE MAIS UM ROUND


CRIME  ECOLÓGICO DO SÉCULO EM LONDRINA
E AINDA PAGAMOS OS SALÁRIOS DESTES ADMINISTRADORES QUE SE TIVESSEM AMOR PELA CIDADE ESTARIAM DO LADO DE CÁ DA BARRICADA.....

Bem que eu falei para o Barbosa: Ele está na contramão da história. O Tribunal de Justiça (graças a Deus ) negou provimento ao agravo da prefeitura. Esperamos agora que Barbosa mande limpar toda aquela sujeira e replante pelo menos o dobro das arvores que sacrificou. TEXTO e FOTO de JOSÉ CARLOS FARINA
LEIA MAIS:
A desembargadora Maria Aparecida Blanco de Lima, do Tribunal de Justiça, negou agravo de instrumento para a Prefeitura de Londrina, em que o governo municipal pretendia a retomada das obras de abertura da Rua Piauí no meio do Bosque Marechal Candido Rondon. A decisão é do dia 25 de janeiro. As obras estão paradas desde dezembro, quando a Ong MAE e o Movimento Ocupa Londrina denunciaram à Justiça local a inexistência de estudos básicos para permitir a obra de acordo com diversas leis, entre elas as do Plano Diretor e as que determinam a realização do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). O caso, agora, será julgado pela 4ª Câmara Cível.

Na ação, a Ong MAE tentou obrigar a Prefeitura a remover os entulhos e limpar o local enquanto a questão é discutida, mas a Justiça de Londrina não achou necessário neste momento. Caso decida continuar com as obras à revelia da decisão judicial, a multa é de R$ 5 mil diários.

Segundo a Prefeitura, a reabertura da rua Piauí não necessita de EIV porque a obra não gerará impactos (???) de tráfego para classificar o local como Polo Gerador de Tráfego (PGT). Além disso, o município argumentou ao TJ que o local não é considerado como patrimônio histórico de Londrina (?????) porque o processo de tombamento parou em 2005. A Assembléia Legislativa do Paraná deve analisar este ano um projeto de lei para tornar a área tombada e intocável. O Movimento Ocupa Londrina já reuniu quase 1,5 mil assinaturas pela manutenção do Bosque fechado,sem carros. Apenas com árvores, pássaros, pedestres e crianças – sem carros. A Prefeitura chegou a cortar 17 árvores antes de a população impedir a obra – a previsão era para a erradicação de 60 árvores totalmente sadias. O Instituto Ambiental do Paraná mantém o embargo da obra porque até mesmo o abate das espécies vegetais foi feito sem qualquer autorização, constituindo crime ambiental.

”Verifica-se que os argumentos apresentados pelo Agravante (Prefeitura) não são suficientes a, ao menos neste momento, superarem a motivação da decisão agravada, principalmente na parte em que entendeu que a Municipalidade não poderia ter procedido ao corte de árvores no bosque sem antes obter licença expedida pelo IAP, o que parece se confirmar, inclusive, pelo auto de infração ambiental exarado por referido órgão ambiental”, diz a desembargadora, ao nega a continuidade das obras. Segundo ela, a Prefeitura não conseguiu provar “inequivocamente o prejuízo irreparável que a manutenção da decisão pode vir a acarretar”. Para a desembargadora, a liberação da obra traria risco “de dano ambiental irreversível que a suspensão da decisão liminar pretendida pela Municipalidade pode vir a causar.”