sexta-feira, 26 de julho de 2013

TROMBONISTAS SE APRESENTARAM NESTA SEXTA EM ROLÂMDIA

Parte do elenco do 33º Festival de Musica de Londrina se apresentou hoje em Rolândia  com um quarteto de trombones. Além de músicas clássicas e jazz  tocaram tbm Beatles. Um pequeno público aplaudiu a brilhante exibição. TEXTO e FOTO de JOSÉ CARLOS FARINA

FOTOS ANTIGAS DE ROLÂNDIA e LONDRINA de HANS KOPP DÉCADA DE 1930 ( INÉDITAS )

PREFEITO RESPONDE BLOG DO FARINA

  • Alexandre Kireeff (LONDRINA)
    Boa tarde José Carlos Farina, meu nome é Mirella, sou assessora do gabinete, segue abaixo a resposta da CMTU:
    "A limpeza do calçadão já foi retomada e o serviço contratado vai oferecer melhores condições e qualidade para o centro da cidade, local utilizado por toda a população de Londrina. O contrato emergencial firmado pela CMTU e a licitação que está em andamento aumentam o número de pessoas que fazem a varrição do centro que passa a ser feita em dois turnos. Antes era feita só uma vez por dia. A lavagem do calçadão e do bosque também passa a acontecer diariamente."

MÉDICOS DE ROLÂNDIA PREOCUPADOS COM O FUTURO DO HOSPITAL

Os médicos de Rolândia estão preocupados com os rumos da Saúde Pública em Rolândia, principalmente com o o futuro do Hospital São Rafael. E parece que 90% do problema é financeiro. Os médicos pedem um grande debate com a sociedade, principalmente com o prefeito e vereadores para que seja dada uma solução ao impasse. Tudo isso para que a população não padeça ainda mais. Municípios da região encaminham centenas de pacientes para cá e não pagam nem um tostão pelo tratamento. Não recebemos como hospital regional mas já estamos atendendo como tal. Nos finais de semana aquilo que não está bom fica pior por causa das constantes faltas de médicos nos postos de saúde. TEXTO e FOTO by  JOSÉ CARLOS FARINA

BIG FRANGO JANDELLE EM PLENA EXPANSÃO

Big Frango se reestrutura para ser viável

Imagem de: Big Frango se reestrutura para ser viável
Big Frango deflagrou um profundo choque de gestão...

Depois de quase ser colocada à venda no ano passado devido às dificuldades provocadas pela disparada dos grãos usados na ração animal e, principalmente, por sua elevada dívida de curto prazo, a processadora de carnes paranaense Big Frango deflagrou um profundo choque de gestão. À frente da companhia, o empresário Evaldo Ulinski demitiu toda a diretoria e iniciou uma peregrinação pelos bancos credores em busca de prazo mais longos para o pagamento das dívidas da companhia.
A ofensiva começa a mostrar efeito. Graças ao repasse de preços da carne de frango, a Big Frango saiu do vermelho e encerrou o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 5 milhões. No mesmo intervalo de 2012, havia amargado um prejuízo de R$ 4 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) passou de cerca de R$ 15 milhões no primeiro trimestre de 2012 para R$ 37 milhões nos primeiros três meses deste ano. Na mesma comparação, o faturamento saltou de R$ 310 milhões para R$ 370 milhões. Com os resultados do primeiro trimestre, a Big Frango já estima um faturamento de R$ 1,5 bilhão em 2013, ante R$ 1,2 bilhão em 2012.
Em entrevista ao Valor, Ulinski reconheceu sua parcela de "culpa" no difícil momento vivido pela empresa no ano passado. "Perdi o foco quando resolvi me dedicar a uma operação que representava apenas 5% do faturamento", disse ele, referindo-se à incursão da Big Frango no mercado de cortes especiais de carne bovina, operação que foi já abandonada pela companhia.
A situação delicada da Big Frango se refletia, principalmente, no elevado endividamento para uma empresa de médio porte. No fim de 2012, a companhia acumulava uma dívida de R$ 400 milhões, dos quais R$ 200 milhões com vencimento no curto prazo. "Do jeito que estava, teríamos que vender a empresa", afirmou Ulinski. Propostas não faltaram. O executivo não comenta, mas o Valor apurou que a Big Frango recebeu sondagens da JBS e de um fundo de investimentos americano. Questionada sobre o interesse na Big Frango, a JBS não comentou.
De volta ao negócio principal da companhia, Ulinski demitiu, em setembro passado, toda a diretoria. No mesmo mês, iniciou as conversas com os bancos para renegociar a dívida, processo que deve ser concluído ainda neste mês.
Nas negociações com os bancos, a Big Frango conseguiu um prazo de carência de dois anos com os grandes bancos e seis meses de carência com os bancos médios, segundo Ulinski. "Teremos cinco anos para pagar a dívida com os grandes bancos", disse o executivo. Ele informa, ainda, que a apenas 20% da atual dívida da empresa está nas mãos dos bancos médios, que começarão a ser pagas ainda neste ano.
Confiante que a Big Frango conseguirá manter a margem Ebitda de 10% registrada no primeiro trimestre, o empresário já estima que a dívida da companhia cairá para cerca de R$ 350 milhões no fim do ano. A empresa também deterá um caixa de R$ 50 milhões, projeta Ulinski.
Parte do otimismo do executivo está ancorada numa decisão da diretoria demitida, que não reduziu o alojamento de matrizes em agosto do ano passado. Naquele momento, quase todas as grandes indústrias cortaram a produção para amenizar os efeitos da alta dos grãos usados na ração. A Big Frango não o fez e por isso agora tem oferta para atender a demanda. A empresa obtém 85% de sua receita com carne de frango.
Hoje, a Big Frango opera com capacidade máxima, abatendo 460 mil frangos por dia, nas unidades de Rolândia e Santa Fé, ambas no Paraná. Na área de suínos, a empresa abate 1,5 mil cabeças por dia em Palmas (PR) e produz embutidos em uma unidade em Maringá.
fonte: 

TROMBONADA HOJE SEXTA) NA NANUK DE ROLÂNDIA


O pessoal do 33º Festival de Música de Londrina (FML) 
autorizou e amanhã teremos um grupo de trombonistas 
fazendo uma trombonada no Nanuk. As 20 horas. 
entrada franca. Confiram.... JOSÉ CARLOS FARINA

Maior hidrelétrica do mundo será construída na África

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/05/2013

Maior hidrelétrica do mundo será construída na África
O projeto, conhecido como Grande Inga, usará a água em vários pontos do Rio Congo, sem precisar fazer represas.[Imagem: Wikipedia/Sémhur]
A maior hidrelétrica do mundo será construída no Rio Congo, o maior rio do mundo depois do Amazonas.
A hidrelétrica Inga, que será construída na República Democrática do Congo, terá uma capacidade de geração de eletricidade duas vezes maior do que a maior hidrelétrica do mundo atualmente, a usina de Três de Gargantas, na China.
Hidrelétrica sem barragem
Mas, além da potência, ela terá uma vantagem imbatível: a hidrelétrica será construída sem a necessidade de construir uma represa.
Isso será possível porque, nas chamadas Cataratas Inga, cerca de 42.000 metros cúbicos de água por segundo descem uma sucessão de corredeiras única na Terra.
Assim, as turbinas da usina de 40 GW serão acionadas pelo próprio fluxo normal do rio Congo, sem represa, sem terras inundadas e sem desalojamento da população.
Aliás, assim que foianunciado, o projeto já recebeu inúmeras críticas porque, segundo algumas organizações não-governamentais, não irá beneficiar a população do Congo: metade da energia será usada nas minas de cobre do país, cujo metal é exportado para o primeiro mundo, e a outra metade será comprada pela África do Sul.
Segundo seus defensores, com a instalação da infraestrutura adequada de transmissão, a energia gerada na usina de Inga poderá abastecer a Nigéria, o Egito e até a Europa.
O Banco Mundial, que está financiando o projeto, não vê sentido na polêmica, afirmando em nota que a usina vai "catalisar benefícios de larga escala para melhorar o acesso aos serviços de infraestrutura na África.
Segundo o Banco, a usina de Inga terá um dos custos de energia mais baixos do mundo, de cerca de US$0,02/kWh.
As obras deverão começar em 2015.

HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO ECOLÓGICA DE ROLÂNDIA

OS VERDADEIROS AMBIENTALISTAS  DE ROLÂNDIA
Corria o ano de 1993....Tive a ideia  e o desejo de fundar uma ONG  ambiental para cuidar e defender o meio ambiente de Rolândia. Publiquei editais nos jornais locais e na Rádio. Na primeira reunião (na minha casa sito à Rua Arthur Thomas)  apareceu apenas o Milton Luiz dos Santos. Na segunda reunião, ainda na minha casa, apareceu o Milton e o Cláudio Metzger. Na terceira reunião na Praça Castelo Branco apareceu o Milton e esposa....o Cláudio... o Renato Metzger e namorada (hoje esposa)... o Paulo Ademir Farina e seu filho Paulo Augusto (ainda menino). Os demais membros da primeira diretoria tivemos que convidar pessoalmente. Por ai vocês vêem como foi difícil fundar a Associação Ecológica de Rolândia. A situação hoje não é muito diferente. Quando aparece uma denuncia séria na cidade podemos contar sempre  com os mesmos. Fica aqui então a minha homenagem a estes valorosos ambientalistas que nunca se acovardaram diante das ameaças dos poderosos. Deus abençoe vocês. * Foto tirada quando fazíamos um excursão ecológica na represa do Ingazinho.  JOSÉ CARLOS FARINA - SÓCIO Nº 1

IBOPE DE DILMA CAI PARA 31%

Pesquisa mostra que após manifestações, popularidade de Dilma cai de 55% para 31%

Para CNI e Ibope queda em relação à sondagem anterior, feita em junho, reflete o aumento de preços e as recentes manifestações que tomaram as ruas do País

Presidente Dilma
PUBLICADO EM 25/07/13 
A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu de 55% para 31% apontou a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ibope divulgada na tarde desta quinta-feira, 25. Segundo as entidades, a queda em relação à sondagem anterior, feita em junho, reflete o aumento de preços e as recentes manifestações que tomaram as ruas do País.

A queda de 24 pontos porcentuais coincidiu com o aumento de quem considera o governo Dilma ruim ou péssimo, categoria que subiu de 13% para 31%. Ao todo, 37% dos entrevistados consideram o governo da presidente regular.

A perda de popularidade da presidente Dilma também apareceu na comparação com o governo anterior, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pela primeira vez no atual governo, o porcentual de pessoas que considera a gestão Dilma pior do que a de Lula foi a mais escolhida entre as opções apresentadas. Entre os entrevistados, 46% afirmaram de consideram a gestão Dilma pior do que a de Lula, ante 25% em junho.

Áreas de atuação

A avaliação do governo Dilma por área de atuação mostrou que a saúde é tem o pior desempenho, de acordo com o levantamento. A área foi assinalada por 71% dos entrevistados. Segurança pública aparece em segundo lugar, com 40%, seguida por educação, com 37%. O combate às drogas aparece na quarta colocação, seguido por combate à corrupção.

Habitação é a área em que o governo federal apresenta melhor desempenho, com 28%. A segunda área é fome e miséria, com 23%, seguida por capacitação profissional, com 22% das respostas.

A CNI informou que a pesquisa foi feita entre 9 e 12 de julho, com 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais. É a primeira pesquisa do CNI/Ibope que capta o impacto das recentes manifestações na popularidade da presidente.

A desaprovação à maneira de governar da Dilma Rousseff superou a aprovação, conforme a pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ibope, divulgada na tarde desta quinta-feira, 25. A aprovação sofreu queda em julho, chegando a 45%. Em junho, o resultado foi de 71%. O porcentual de pessoas que desaprovam subiu de 25% para 49% no período.

A proporção de pessoas que consideram o governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo subiu de 13% em maio para 31% em julho, revelou o levantamento. A parcela de brasileiros que classificam o governo como ótimo ou bom caiu de 55% para 31% no período. Aqueles que avaliaram o governo como regular passou de 32% para 37% em julho. Outro 1% não respondeu.

A CNI informou que a pesquisa foi feita entre 9 e 12 de julho, com 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Há mais eleitores que não confiam na presidente Dilma Rousseff do que eleitores que confiam, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope. A confiança dos eleitores na presidente caiu de 67% em junho para 45% em julho. Já a proporção de pessoas que disseram não ter confiança subiu de 28% para 50%.

 
Agência Estado