quarta-feira, 7 de agosto de 2013

DÚVIDAS SOBRE A CHACINA DE SÃO PAULO ( MENINO MARCELO )


Um menino que não tinha problemas comportamentais e elogiado pelos professores. Um garoto de 12 anos sem nenhum traço de bipolaridade, esquizofrenia, psicopatia e/ou psicose. Não sabia lidar com armas. Era um garoto alegre e sociável.
Cinco pessoas foram mortas. Isso é, um garoto sozinho, subjugou 5 pessoas. Enquanto ele atirou em um, os outros ficaram esperando.
Lembrando que, quando uma pessoa da um tiro na própria cabeça ou no próprio ouvido, a tendência clara é o corpo cair para o lado oposto, em torno de 35 cm a 50 cm da arma. Afinal o impulso do impacto do tiro faz a pessoa ir para o lado oposto do tiro.
Se, por um exemplo, os pais foram mortos primeiros, porque a tia e a tia-avó continuaram deitadas? Se a tia e a tia-avó foram mortas primeiro, porque os pais não fizeram nada?
Tiros de precisão na cabeça. Um menino de 12 anos, que esta matando os familiares, não dará, tiro de precisão na cabeça. Geralmente, filhos e/ou pais que matam seus entes, atiram no coração e, quando o tiro é na cabeça, é impreciso. Tem a "marca" do recuo da própria pessoa. Há hesitação na hora do tiro.
É mais fácil culpar quem não pode se defender (afinal ele já morreu) do que apontar o real culpado, BLINDADO PELA MÍDIA.
Um menino de 12 anos monta toda uma cena, mata 5 pessoas com tiros na cabeça, é destro - fato constatado pela família - (e o tiro foi da esquerda para direita) dirige um carro e estaciona na porta da escola, volta e se mata?
O fato da porta não estar arrombada e sim aberta é facilmente explicado. Há duas hipóteses: A primeira é que a própria família abriu a porta por conhecer seu algoz. A segunda é: Na hora que alguém estava chegando, o algoz rendeu a pessoa e entrou junto."

Via coronel Telhada
OBS.: E tbm não encontraram vestígios de pólvora nas mãos do menino....

PROTESTO DA APAE EM ROLÂNDIA HOJE FOTO 07/08/2013

foto Luiz Henrique Juliana

CHUMBO AMEAÇA EM ROLÂNDIA ??

DANIEL STEIDLE ENVIOU

OLÁ JOSÉ CARLOS FARINA!

DE NOVO ALERTA MÁXIMO?

Escreveu no dia 07-08-13 Larissa Rissa
há 39 minutos
Segunda-feira o Joni manda o projeto transformando a estrada para São Martinho em zona industrial.
O que escutei nos corredores é que a fábrica de chumbo deu um ultimato.
Ou aprova o zoneamento até o final de agosto ou eles irão zarpar.
Tadinhos.


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MAIS UM BOATO OU FATO?

PENA QUE ROLÂNDIA VIVE NESTA INSTABILIDADE
ENQUANTO VIZINHOS, COMO SÃO MARTINHO, BUSCAM UMA IDENTIDADE POSITIVA E CRESCIDA A PARTIR DO ESFORÇO DA POPULAÇÃO LOCAL...

SÃO MARTINHO A CAPITAL DOS EMBUTIDOS

COMO ROLÂNDIA PODE-SE PROTEGER E NÃO SE SUBMETER A INTERESSES ESTRANHOS E DUVIDOSOS?

ACHO QUE DÁ PARA FAZER UMA CAMPANHA POSITIVA E APOLÍTICA...
UMA CAMPANHA QUE DÊ INTIDADE A ESSA ROLÂNDIA AINDA MARAVILHOSA... QUE BUSQUE INVESTIMENTOS A PARTIR E UMA REALIDADE LOCAL E ÍMPAR.

QUE POSSAMOS SENSIBILIZAR OS VEREADORES DE ROLÂNDIA A NÃO APROVAR ALGO QUE NUNCA FOI ESCLARECIDO À POPULAÇÃO...
QUE SE CRIE DEBATES SEM APELOS E BRAVATAS POLÍTICAS.

AGORA É COM VOCÊ:
CONQUISTE O CORAÇÃO E A CABEÇA
DESTA GENTE QUE TANTO PODE AJUDAR
UMA COMUNIDADE INTEIRA!

VEREADOR REGINALDO SILVA RECLAMA DO TEC

O ver. Reginaldo Silva ( Boa Compra ) concedeu entrevista no programa  Ted Perez da Ráido Terra Nativa e disse que visitou o TEC ( Transporte Emergencial de Ambulancias) ficando indignado em saber que a frota está sucateada e não é renovada a mais de 5 anos. Disse que com o dinheiro que é gasto com a manutenção em oficina daria para comprar ambulâncias novas. Afirmou que o alojamento também  é muito ruim. A cama está quebrada e o sofá calçado com tijolo. O vereador concluiu a sua entrevista afirmando que já encaminhou requerimento via Câmara solicitando ao prefeito as providências legais para que o TEC possa prestar um atendimento melhor. JOSÉ CARLOS  FARINA

SUCURI APARECE EM LAGO DE APUCARANA

Suspeita de sucuri em parque de Apucarana deixa moradores em alerta 


DEIVID ANGELOS
DEIVID ANGELOS
Parque Jaboti onde há suspeita de uma sucuri 
Redação RIC Mais Londrina
Parque Jaboti é um dos lugares mais conhecidos de Apucarana (55 km Londrina), mas nos últimos dias o movimento diminuiu porque há suspeita de uma sucuri vivendo no local.
O auxiliar do parque Antonio Augusto Junior trabalha há seis meses no local e garante que nunca viu nada, mas o diretor do hospital que fica as margens do parque, Randas Vilela Batista, contou que um dos funcionários já viu a cobra. O hospital foi cercado.
Segundo o superintendente de meio ambiente, Ewerton Pires, várias buscas foram feitas, mas até agora nada foi encontrado. A orientação é que se algum morador avistar o animal avise imediatamente os órgãos responsáveis.

15º BPM DE ROLÂNDIA NA FOLHA DE LONDRINA

FOLHA DE LONDRINA

Fotos: Saulo Ohara
07/08/2013 -

Pinceladas contra o estresse

Exposição movimenta o 15º BPM, em Rolândia; entre os autores, policiais e bombeiros que fizeram da arte o hobby do dia a dia
"Qualquer atividade que ajude a expressar os sentimentos e desestressar é válida", explica capitão Silvio Moraes
Soldado Flávio Aquino: "Gosto muito da figura humana"
"Estou achando ótimo poder mostrar meu trabalho ao público", afirma o cabo aposentado Antônio Aquino
Rolândia - Para quem nunca esteve em um Batalhão da Polícia Militar, essa é uma boa oportunidade de visitar a instituição. De hoje até o dia 23, a comunidade em está convidada a apreciar 60 telas pintadas por 19 expositores no 15º BPM de Rolândia (Região Metropolitana de Londrina). 

A vernissage "Perspectivas da Arte" vai além de uma simples exposição. É também uma homenagem aos 159 anos da Polícia Militar e, portanto, muitos dos quadros são de autoria de policiais e bombeiros, que, na correria e adrenalina da profissão, encontraram tempo para a leveza dos pincéis. 

"Tem muitos policiais militares que se dedicam à música, artesanato ou até mesmo ao esporte. Acho que qualquer atividade que ajude a expressar os sentimentos e desestressar é válida. Para mim, pintar é uma válvula de escape", revela o capitão Silvio Marcos Moraes, policial há 20 anos. 

A ideia de montar a exposição foi dele mesmo, ao perceber que outros colegas também compartilhavam do mesmo hobby. "Gosto de desenhar desde pequeno, mas só levei a pintura a sério quando já tinha entrado na polícia. Conheci um artista de Rolândia há quatro anos e comecei a ter aulas. Quando estou pintando, fico mais calmo e me concentro. É algo que tira meu foco do trabalho do dia a dia", diz capitão Moraes. 

Na exposição, os visitantes vão encontrar três quadros do capitão Moraes, sendo "O Baile", o maior deles. "Levei uns quatro meses para terminar porque eu não me dedico só a isso. Costumo pintar aos finais de semana, quando estou de folga", comenta ele, ao revelar apreço pelo impressionismo moderno. 

Talentos escondidos
Assim como Moraes, o sargento Carlos Alberto Ruiz, do 3º Grupamento de Bombeiros de Londrina, também encontrou nas telas a terapia para driblar o estresse da profissão. Após inúmeras dores de cabeça e um conselho de um amigo médico, Ruiz decidiu, há 10 anos, ocupar os dias de folga com uma atividade prazerosa. "Na infância eu adorava desenhos. Carregava um bloquinho de rascunho em todos os lugares para desenhar paisagens e quando resolvi buscar um lazer logo pensei nas telas", lembra. 

Durante 15 anos, Ruiz atuou como socorrista do Siate, mas hoje sua atuação no quartel da Infraero permite um tempo maior de dedicação. "Chego a comercializar alguns quadros, mas esses que estão na exposição fiz em comemoração aos Bombeiros e à Polícia Militar. O convite foi uma oportunidade de mostrarmos um lado que muitas vezes as pessoas desconhecem. O público vai poder conferir que nós também temos um lado artístico, familiar. São talentos da corporação que estavam escondidos", declara. 

Entre tantos temas como os florais, clássicos, abstratos e figurativos, é possível encontrar nas telas também o dia a dia desses profissionais. Dá até para imaginar algumas situações que os inspiraram. Nos quadros do cabo aposentado Antônio Carlos de Aquino, os 25 anos prestados aos bombeiros em Rolândia refletem as cenas pinceladas em seus quadros. 

"Um tenente me incentivou muito porque antes eu só fazia por curiosidade. Cheguei a fazer um curso on-line, mas acabei aprendendo sozinho. Um dia, ele me pediu para pintar esses quadros para decorar a corporação. Gosto das cores e estou achando ótimo poder mostrar meu trabalho ao público", conta. 

O soldado Flávio Leme de Aquino está na PM há três anos e também compartilha do mesmo talento com as telas. Ele começou a pintar aos 16 anos e já acumula um total de 40 quadros. "Gosto muito da figura humana. Já tentei me dedicar só à pintura, mas não deu certo. Hoje, continuo pintando, mas como um hobby. É uma forma de fugirmos da realidade", completa. Além dos policiais e bombeiros, artistas da região também foram convidados a expor. 

Serviço:
A vernissage "Perspectivas da Arte" segue até o dia 23, das 8 às 17 horas, na sede do 15º BPM (Rua das Hortências, 100, em Rolândia). Entrada gratuita

Micaela Orikasa
Reportagem Local



CHACINA DE SÃO PAULO ( MARCELO ) PROFESSORA FALA SOBRE O MENINO

'Abracei ele toda manhã', diz professora de aluno morto em chacina em SP

Menino de 13 anos foi morto junto com os pais e mais dois familiares em Brasilândia, zona norte de São Paulo

A escola onde o menino de 13 anos estudava ficou fechada nesta terça-feira, após o crime na Brasilândia Foto: Fábio Santos / Terra
A escola onde o menino de 13 anos estudava ficou fechada nesta terça-feira, após o crime na Brasilândia
Foto: Fábio Santos / Terra
Em seu perfil no Facebook, a professora Ana Paula Pigatto Alegre disse estar "arrasada" após a morte do menino Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, em uma chacina na noite da última segunda-feira na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Além dele, foram executados o sargento Luis Marcelo Pesseghini, da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), a mulher dele, Andreia Regina Bovo Pesseghini, cabo da PM, a mãe de Andreia e uma tia dela.
"Está sendo muito difícil. Uma dor que não se explica. Dei aula para ele hoje, conversei, brinquei, dei risada, dei um abraço tão gostoso e agora acabou. (...) Meu aluno querido hoje acabou sendo assassinado, ele e toda a sua família. (...) Estou arrasada sim, não consigo parar de chorar. Abracei tanto ele hoje de manhã, acabou sendo minha despedida", afirmou Ana Paula.
Dois policiais civis foram na manhã desta terça-feira à escola onde o menino estudava. O Colégio Stella Rodrigues ficou fechado hoje devido ao crime. Todas as vítimas foram mortas a tiros sob circunstâncias que ainda não foram esclarecidas. Porém, a Polícia Militar descartou que a chacina tenha sido um ataque. 
Os investigadores devem pedir à direção da escola para ter acesso às imagens das câmeras de segurança. Eles buscam descobrir por que o carro de Andreia estava estacionado em frente ao colégio.
Chacina de família desafia polícia em São Paulo
Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos.

A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa.
Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.
Cinco são assassinados dentro de casa de PMs em SP