sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ladrões capotam na BR-369 em fuga da polícia, após assalto em Rolândia

ODIARIO.LONDRINA - PAULINE ALMEIDA

ODIARIO.LONDRINA - PAULINE ALMEIDA

polícia, após o roubo nas proximidades de um posto de combustíveis em Rolândia (24 km de Londrina), na noite dessa quinta-feira (22). Um cerco foi feito já no município de Cambé (16 km de Londrina), mas os ladrões conseguiram escapar através de um matagal depois do acidente.
Equipes da Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (Rotam) receberam a denúncia de que um Chevrolet Vectra estava rondando um posto de combustíveis. Quando os policiais chegaram no local, os suspeitos já haviam efetuado o roubo a um caminhoneiro.
Uma perseguição foi iniciada na BR-369 e foi até o perímetro do municípoio de Cambé, onde os ladrões perderam a direção do veículo e capotaram. O carro ficou destruído, mas os criminosos conseguiram correr até uma mata e fugir.
Buscas foram feitas no local, mas o grupo não foi encontrado. O Vectra deixado no local, segundo as consultas feitas preliminarmente, não tinha alerta de furto ou roubo.

O HOMEM NÃO DESCEU NA LUA ??

Cinco provas da ida do homem à Lua

FOLHA

Este é um tema que aparece com tanta frequência por aí que achei por bem pegar uma sexta-feira tranquila para esclarecer a situação de uma vez por todas. Encare o texto como um “happy hour espacial” — até porque o material é perfeitamente adaptável a conversas de bar.

John Young, da Apollo 16, presta continência à bandeira. Na Lua, não num estúdio.
Ou você nunca ouviu ninguém tentando te convencer de que a ida do homem à Lua foi a maior farsa do século 20? E o pior: quem acredita nisso sempre vem com um monte de argumentos que até soam razoáveis, não é?
Pois então aqui vamos nós, sem medo de errar, para os teóricos da conspiração de plantão: os americanos de fato foram à Lua e fizeram seis pousos bem-sucedidos, entre 1969 e 1972.
E tem um detalhe importante que os entusiastas da hipótese da farsa não costumam mencionar — foram seis pousos, mas sete tentativas. Lembrem-se da Apollo 13, vítima de uma falha catastrófica que quase levou à perda da tripulação em 1970. Os astronautas acabaram não caminhando sobre a Lua, mas pelo menos voltaram vivos para contar a história. O que teria acontecido nesse caso? Os cenários falsos não ficaram prontos em tempo? Por que diabos os americanos encenariam uma tragédia, quando o objetivo era mostrar como a tecnologia deles era à prova de falha?
Ah, claro, os críticos logo dirão: “para dar credibilidade à farsa”. Sempre tem uma resposta, não?
Certamente muito já se falou de como as fotos foram forjadas, como não há estrelas nelas, como a Nasa apagou de propósito material em vídeo da Apollo 11, como há pedras cenográficas com marcação nelas, como a bandeira tremula sem ar
Nada disso para em pé e pode-se contestar tecnicamente cada uma das afirmações. Mas vou trabalhar de outro jeito aqui. Em vez de refutar as “evidências” de que tudo não passou de uma farsa, vou apresentar as razões incontestáveis pelos quais se pode concluir que tudo realmente aconteceu como está nos livros de história.
Quem construiu este foguete não sabia quem estava dentro?
1- Ninguém conspira quando meio milhão de pessoas sabem a verdade.
Se você juntar todo mundo que trabalhava na Nasa e nas empresas contratadas para desenvolver as espaçonaves — os astronautas, os engenheiros, os técnicos, os cientistas, os burocratas etc. –, são mais de 400 mil pessoas espalhadas pelos Estados Unidos, livres, leves e soltas. Nosso amigo Snowden já demonstrou como é difícil qualquer governo fazer algo muito controverso e manter isso em segredo por muito tempo. E tenho certeza de que muito menos gente trabalha no Big Brother do Obama do que no mamute que era o programa espacial americano nos anos 1960. Detalhe: esse segredinho teria de ser guardado durante cinco décadas. Até hoje, ninguém envolvido com o Projeto Apollo deu com a língua nos dentes, o que já consiste em evidência concreta de que as missões não foram encenadas.
2- Os caras trouxeram rochas lunares. Muitas rochas.
As pedras trazidas pelos astronautas do Projeto Apollo foram estudadas por muita gente, no mundo inteiro, inclusive entre os arquirrivais russos. Aliás, eles são os maiores defensores involuntários do sucesso americano, porque também colheram suas amostras lunares, em missões não-tripuladas da série Luna. Se houvesse uma discrepância de composição entre as pedras americanas e as russas, os camaradas certamente gritariam. Aí os teóricos da conspiração rebatem dizendo que as rochas americanas são reais, mas também foram trazidas — secretamente — por missões não-tripuladas. Só que tem um probleminha: é muita pedra. São 382 kg de rochas lunares americanas, contra 326 g das missões russas. O “k” de quilograma aí em cima é sinônimo de “mil vezes mais”.

Rochas lunares trazidas por Neil Armstrong e Buzz Aldrin, da Apollo 11
Para trazer esse monte de coisa lá de cima, os americanos precisariam de uma nave tão grande que… você adivinhou, tão grande que caberiam tranquilamente dois astronautas nela. Então, achar que eles mandaram a nave para lá vazia, magicamente usaram robôs dos anos 1960 (quem sabe iguais àquele da série “Perdidos no Espaço”?) para recolher mais de 50 kg de pedras em cada missão, e trouxeram a nave de volta automaticamente, para depois encenar o envio de astronautas, é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer burrice.
3- As missões deixaram “espelhinhos”.

O LRRR, experimento que consiste num espelhinho que rebate raios laser, levado pela Apollo 14
Um dos experimentos que os astronautas fizeram foi instalar pequenos dispositivos com espelhos na superfície lunar. Não era por vaidade. O objetivo era medir com precisão milimétrica a distância da Terra à Lua. Um laser disparado daqui chega até lá, é rebatido pelo espelhinho e volta. Contando o tempo de ida e volta (e sabendo qual é a velocidade da luz), eles podem calcular com precisão a distância. Legal, né? E o mais legal é que esses espelhinhos podem ser usados por qualquer um que tiver um laser dos bons (aqueles que apontam para a cara do goleiro no estádio não servem) para refazer o experimento. Será que os camaradas russos não teriam avisado seus colegas ianques de que os espelhinhos estavam com defeito e não rebatiam os lasers vermelhos deles? Ah, claro, os espelhinhos foram colocados lá pelas naves gigantes vazias que levaram os robôs do “Perdidos no Espaço” para colher as rochas lunares.
4- No espaço, todo mundo ouve você falar pelo rádio.
Os russos monitoravam as comunicações por rádio entre o controle da missão e os astronautas. Dava para ver que as transmissões vinham de onde os americanos diziam que vinham — da Lua. Há até quem alegue que as naves vazias enviadas pelos americanos para fingir que a missão estava rolando transmitiam diálogos gravados automaticamente, para enganar a turma do outro lado da cortina de ferro. Pode ser. Mas, de novo, era mais fácil mandar os astronautas até a Lua para valer do que combinar todas essas encenações ao mesmo tempo.
5- Tem fotos de satélite dos cacarecos deixados pelos astronautas.

Imagem de satélite mostra sítio de pouso da Apollo 11. Ausência de sombra da bandeira indica que ela caiu mesmo.
Algumas das imagens mais bacanas da sonda americana Lunar Reconnaissance Orbiter, lançada pela Nasa em 2009, mostram os sítios de pouso das missões Apollo. É possível ver o que sobrou do módulo de pouso e dos instrumentos, assim como as trilhas deixadas pelos jipes usados pelos americanos nas últimas missões. Até mesmo os caminhos de rato deixados pelos astronautas ao caminhar sobre a Lua são vísiveis, e há agora evidência de que Buzz Aldrin estava certo ao reportar que a vibração causada pela decolagem da Eagle (Módulo Lunar da Apollo 11) provavelmente derrubou a bandeira americana fincada ali pelos astronautas. Então, para descartar essas novas evidências, os fãs da conspiração apontam que a LRO é americana, e nenhuma sonda de outro país obteve imagens similares. Os cientistas americanos de hoje estariam só seguindo a tradição de seus predecessores e mantendo a farsa em pé. Certo. O que ninguém responde é porque nenhum outro país (Rússia ou China adorariam embarcar nessa) projetou um satélite com o propósito expresso de desmascarar os americanos. Não seria tão difícil para quem pousou jipinhos não-tripulados na Lua nos anos 1960, caso da antiga União Soviética. A resposta é: ninguém fez isso porque seria uma imensa perda de tempo.
Em resumo: os americanos foram mesmo à Lua, por mais que tentem nos convencer de que não é verdade. O que nos deixa com apenas uma pergunta que os teóricos da conspiração costumam fazer. Se o homem já pisou no solo lunar, por que nunca mais ninguém foi lá depois do Projeto Apollo?
A resposta é simples. Custa um caminhão de dinheiro, e não há mais Guerra Fria. Na época em que o Projeto Apollo estava se desenrolando, 5% do Orçamento do governo americano ia para a Nasa. Atualmente, esse valor é inferior a 0,5%, e com a crise econômica querem cortar ainda mais. Veja você, a Nasa sempre foi e continua sendo a agência espacial mais rica do mundo, que gasta anualmente cerca de 5 vezes mais que segunda colocada, a ESA, sua contraparte europeia. Ou seja, se ela não pode, os outros, muito menos.
Uma coisa curiosa é que, a essa altura do campeonato, as tecnologias desenvolvidas para ir à Lua nos anos 1960 já foram “esquecidas”. Os engenheiros da época se aposentaram ou morreram, e o pessoal de hoje em dia, quando foi projetar a Órion, nova cápsula americana para viagens além da órbita da Terra, teve de ir desmontar uma Apollo antiga, peça de museu, para ver como os engenheiros da época a construíram. É o que acontece quando programas tecnológicos são descontinuados: aos poucos, o conhecimento se perde. Hoje, se quisermos voltar à Lua, teremos de recomeçar do zero. E com muito menos grana para gastar. Por isso, comemore. Sobrevivemos à Guerra Fria, não teve holocausto nuclear, e ganhamos de brinde vários suvenires trazidos da Lua por 12 sujeitos incrivelmente corajosos. Essa é toda a verdade.

VÍDEO POLÍCIA DE CIMA DO HELICÓPTERO ABATE BANDIDO

RECLAMAÇÃO CONTRA SECRETARIA DE ESPORTES DE ROLÂNDIA

Duas pessoas ligaram aqui reclamando da secretaria de esportes de Rolândia. A reclamação é que para uns  eles cedem ( pagando aluguel) as quadras do complexo e para outros dizem que as mesmas estão interditadas. TEXTO e FOTO by  JOSÉ CARLOS FARINA.
 Leiam um dos textos:  Elieser Goncalves Coelhopublicou emJosé Carlos Farina ( via facebook) Vc tá correndo atrás de tantas coisas... fomos barrados de jogar salão no ginásio do centro posta agora quero ver o q está acontecendo... 

    ZÉ DE PAULA REIVINDICA UMA ROTATÓRIA PARA A "JANDELLE"

    BRASIL ACEITA ESCRAVIDÃO ??

    Vi agora na tv... o governo brasileiro vai pagar 75% dos salários dos médicos cubanos para o governo comunista de Cuba. O profissional vai ficar com apenas 25%. Ora, se o Brasil aboliu a escravidão em 1888 como pode agora concordar com isso? alguém responda-me. JOSÉ CARLOS FARINA

    POSTO DE SAÚDE DE ROLÂNDIA SEM CADEIRAS e AAS

    Usuária do posto de saúde do Santiago reclamou na TV 27 agora pouco dizendo que além de demorar o atendimento não havia cadeiras ou bancos para sentar. As cadeiras disponíveis estão soltando parafusos. Uma outra disse que não tem "AAS" no posto.

    PREFEITURA VAI MANDAR CONTAR OS POMBOS EM LONDRINA

    COMENTÁRIO DO FARINA ABAIXO


    FOLHA DE LONDRINA

    Prefeitura anuncia censo de pombos

    Londrina – O secretário municipal do Ambiente, Cleuber Moraes Brito, anunciou ontem que pretende fornecer bolsas para estagiários da Universidade Estadual de Londrina (UEL) para que seja feito uma contagem de pombos na cidade. O censo ajudaria no planejamento das ações para tentar reduzir a superpopulação dessas aves. 

    Esta não seria, no entanto, a primeira iniciativa do gênero. A primeira contagem realizada na cidade aconteceu entre 2004 e 2005 e registrou a existência de 230 mil pombos na cidade. O trabalho foi conduzido pelo biólogo e professor da UEL Mário Orsi. 

    "Essa contagem precisa ter critério científico, caso contrário acontece a divulgação de números que não condizem com a realidade. Eu cheguei a escutar pessoas dizendo que a cidade teria 450 mil pombos, mas não dá para saber sem essa contagem", destacou Brito. 

    A contagem não é a única estratégia da administração municipal na luta contra a superpopulação de pombos. Entre as ações está prevista também a orientação dos produtores rurais a respeito da armazenagem e transporte de grãos. Para isso, Brito pretende fazer reunião com representantes de entidades de classe do setor rural. 

    Outra medida é a instalação de sinalização para orientar que as pessoas não alimentem as aves e a confecção de uma cartilha explicativa com dicas sobre como a proliferação dos pombos. 

    Já o trabalho de poda das árvores e a limpeza dos espaços frequentados pelas aves serão mantidos. 

    Repelente
    Cleuber Brito também comentou sobre os testes com os reatores eletromagnéticos que estão em andamento na Praça Sete de Setembro, no centro, e no terminal de ônibus do Distrito de Irerê (zona sul). Segundo ele, na zona rural o resultado "foi 100%". "Lá as aves acabaram migrando para outras áreas, mas é preciso fazer o acompanhamento para saber para onde elas vão e se há casos de migração definitiva para outras áreas", advertiu. 

    Com relação ao teste na Praça Sete de Setembro, o secretário lembrou que o prazo de duração do teste é de 30 dias e só depois disso será possível avaliar o resultado. "O aparelho em área aberta nunca havia sido testado e talvez tenha sofrido uma interferência", analisou. 

    O professor Mário Orsi, que coordenou o primeiro censo de pombos, lembrou que as ações de controle populacional de pombos precisam ser tomadas em conjunto com outros municípios da região, sob risco de ser tornar ineficaz. Ele disse ainda que provavelmente a contagem supere 300 mil aves.
    Vítor Ogawa - Reportagem Local

    COMENTÁRIO: Ideia infeliz. Isso é impossível. Depois que você  conta um exemplar, logo em seguida ele voa para outra direção e vai ser contado novamente. Esse tipo de dúvida se faz por estimativa. Na hora em em elas estiverem assentadas para dormir  faz-se a  contagem em uma determinada área e depois multiplica-se pela área total. Esse é um trabalho para biológos... JOSÉ CARLOS FARINA

    ABATE DE POMBOS EM LONDRINA ??...

    Abate de pombos pode voltar a ser discutido em Londrina
    Redação Bonde
    A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) voltou a cogitar a possibilidade do abate de pombos em Londrina com objetivo de controlar a superpopulação das aves. Durante coletiva de imprensa, realizada na tarde desta quinta-feira (22), o secretário Cleuber Brito afirmou que o assunto pode ser discutido caso o repelente eletromagnético instalado na Praça 7 de Setembro, no centro da cidade, não apresente resultados satisfatórios. 

    O equipamento foi instalado pela empresa Robotx na última quarta-feira (14) para afastar os pombos do local. No entanto, nesta semana, a área continuava suja por causa das fezes das aves. 

    Apesar do primeiro resultado, Brito informou que ajustes serão realizados pela empresa que continua com teste até vencer o prazo inicial de 30 dias. Normalmente, o aparelho é instalado em prédios para afastar as pombas e, por isso, seria necessário executar novas adequações no equipamento instalado em árvores em área aberta. O secretário disse que no terminal de Irerê o resultado foi 100% satisfatório

    Se o repelente não funcionar no centro, o uso de anticoncepcional também deve ser discutido. "O abate tem uma imagem negativa. Além disso, precisa de acompanhamento do Ibama, de veterinários e estrutura para carcaças das aves", comentou o secretário do Ambiente. (Com informações do repórter da Folha de Londrina, Vitor Ogawa) 

    BLOG DO FARINA COMPLETOU 3 ANOS DE EXISTÊNCIA

    Foi no último dia 21 de agosto. Quase passou desapercebido. Até eu estava esquecendo.... Com três anos uma criança começa a andar para mais longe... começa a ter entendimento do que é certo e errado... Estamos crescendo... foram mais de 735.000 acessos...  muitos internautas não saem de casa sem ler antes o Blog. Nestes três anos publicamos tudo o que aconteceu de bom e de ruim em Rolândia e no norte do Paraná. Lutamos a favor do "Parquinho Infantil do Lions"... participamos do grande protesto / manifesto do dia 22 de junho. Continuamos na "briga" contra a instalação de uma grande fábrica de baterias e chumbo no km. 7 de Rolândia.. Estamos defendendo as praças do povo que não podem ser vendidas sem que a maioria da população dos bairros atingidos possa se manifestar... Estamos cobrando uma decisão para os escândalos da Fertfoliar e das Marmitex... Continuamos defendendo as nossas pobres árvores da arborização pública... Ajuizamos ação popular para preservar o Hotel Rolândia e agora queremos saber quem roubou parte das madeiras... Continuamos a cobrar as execuções do Parque Yumê, Parque do Ingá, término do Parque Ecológico São Fernando, Parque do Kartódromo, o Centro Histórico  e as trincheiras para o trem... quem conhece o Blog e seu dono sabe que aqui o que fala mais alto é o amor por Rolândia..... Lutamos por nós e pela lembrança e memória dos nossos pioneiros... Exigimos trabalho... honestidade e transparência.. Rolândia sempre foi um ótimo município e assim deverá continuar.... As pessoas honestas e trabalhadores podem contam sempre conosco.. agora já as desonestas queremos apenas Justiça. Para quem não acreditava venha brindar conosco. O povo pode contar comigo e com o Blog para empunhar e levar bem alto a bandeira de Rolândia. Viva o Blog do Farina!.. Viva o povo trabalhador de Rolândia!.. VIVA ROLÂNDIA!... JOSÉ CARLOS FARINA -  PROPRIETÁRIO

    EDUCADORAS INFANTIS DE ROLÂNDIA REIVINDICAM DIREITOS NA CÂMARA

    As educadoras Márcia e Carla do Centro de Educação Infantil concederam entrevista agora de manhã no programa do Ted Perez da Rádio Terra Nativa de Cambé e falaram que estiveram na Câmara Municipal reivindicando o direitos da classe para que tenham jornada reduzida de 30 horas semanais e uma nomenclatura própria para que possam ter as elevações anuais que os outros servidores possuem. As professoras afirmaram que possuem reconhecimento e contam agora com o apoio do Sindicato e da Câmara Municipal. O Estatuto é de 2011 e não está sendo cumprido em sua totalidade. "Todos reconhecem a importância do educador infantil mas mais ainda não temos os nossos direitos reconhecidos em sua totalidade" - disse uma delas. O pessoal da prefeitura chegou a afirmar que para garantir a redução da carga horárias para 30 horas reduzirá os salários, o que não concordam as lideres. O radialista Ted Perez tentou uma entrevista com a Secretária Municipal da Educação Rosane mas ele disse que precisava de uma autorização do Assessor de Imprensa Keller. Em entrevista o vereador Santana afirmou que as reivindicações da classe são justas e que irá defende-las na Câmara.  Santana chegou a falar que não admitirá perseguições e retaliações a esta nobre classe. Finalizando Ted Perez disse que quer saber como foi esta "estória" de um secretário que foi promovido.