quarta-feira, 11 de setembro de 2013

APAE DE ROLÂNDIA VAI OBRAS DO GOVERNO ESTADUAL

  • Autorizada licitações de R$ 2,1 milhões para obras em 13 Apaes do PR; Rolândia, Andirá e Marilândia do Sul contempladas


    AGENCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS





O governador Beto Richa autorizou licitações para obras de reparos, melhorias e ampliações em 13 Apaes (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) do Paraná. Nas regiões norte e noroeste foram contempladas as unidades de Rolândia (25 km de Londrina), Marilândia do Sul (80 km) e de Andirá (116 km). O valor total das obras é de R$ 2,1 milhões. As licitações estão previstas para acontecer ainda neste mês de setembro e o início das obras deve ocorrer ainda em 2013.
"As Apaes e demais escolas especiais têm agora os mesmos direitos e benefícios das escolas da rede regular de educação. Isso quer dizer que vão receber obras e infraestrutura para melhorar as condições de atendimento aos alunos", destacou o governador Beto Richa.
No final do mês de agosto, Richa sancionou a lei do programa Todos Iguais Pela Educação, que concede às escolas básicas de Educação Especial, mantidas pelas Apaes e outras instituições sociais, os mesmos direitos e recursos destinados às escolas públicas da rede estadual. A iniciativa é pioneira no país e transforma o auxílio em apoio permanente.
Com a lei, 413 escolas e instituições que hoje atendem 42.618 alunos de várias idades com deficiência vão receber dotação orçamentária do Estado para melhorias e adequações nas instalações físicas e pedagógicas. "É fundamental que todos, diferentes nas suas necessidades, sejam iguais no direito à educação de qualidade para desenvolver plenamente o seu potencial", afirmou o governador.
Serão destinados R$ 436 milhões às escolas de educação especial. Os recursos servem para investimentos em pessoal, equipamentos, reformas, merenda escolar, além de ônibus para o transporte. As obras nas 13 Apaes fazem parte do programa Todos Iguais Pela Educação.
Na prática
As unidades beneficiadas são a Escola Raio de Luz, em Andirá (Norte Pioneiro); Escola Marilandense, em Marilândia do Sul (Norte); Escola Caviúna, em Rolândia (Norte); Escola Viva Vida, em Enéas Marques (Sudoeste); Apae de Formosa do Oeste (Oeste); Escola Criança Esperança, em Indianópolis (Noroeste); Escola Nélci Felini, em Laranjeiras do Sul (região Central); Escola União, em Mariópolis (Sudoeste); Escola Luz da Manhã, em Paulo Frontim (Sul); Escola Nilda Maria Tessaro, em Pérola do Oeste (Sudoeste); Escola Doutor Osvaldo Braga, em Rio Bom (Norte); Escola Mundo da Criança, em Santa Izabel do Oeste (Sudoeste); e Escola Holanda Colladel, em Verê (Sudoeste).

JOHNNY LEHMANN AINDA NÃO EXPLICOU ESTE EMPENHO DE PROPAGANDA

Já foi denunciada em todos os grupos de Facebook..  o Zé de Paula ameaço de levar para a Promotoria.. e até agora Johnny Lehmann não mandou resposta para ninguém... algo mt sério deve estar por trás.... CLIQUE NA FOTO PARA LER O EMPENHO.

MENSALÃO DO PT - CHEIRO DE PIZZA NO AR

Se aceito, esse tipo de recurso pode até levar a um novo julgamento.
Ainda faltam votos de 5 ministros; debate será retomado nesta quinta (12).

Mariana Oliveira e Rosanne D’AgostinoDo G1, em Brasília
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Com quatro votos a favor da validade dos embargos infringentes e dois contra, o plenário do Supremo Tribunal Federal(STF) deixou para quinta-feira (12) a decisão sobre se aceitará o recurso para condenados que obtiveram ao menos quatro votos favoráveis, o que pode levar a um novo julgamento desses réus nos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no processo do mensalão.
Os embargos infringentes estão previstos no artigo 333 do Regimento Interno do Supremo, mas não constam na lei 8.038/1990, que regula as ações no STF. É a primeira vez que a Corte discute a validade de embargos infringentes para questionar decisões dentro de ação penal, como é o caso do mensalão.
Para parte dos ministros, contrários ao recurso, a lei de 1990 revogou tacitamente (quando não há anulação explícita de um artigo) a existência dos infringentes.
Não há porque sujeitar um processo tão emblemático a uma decisão casuística, de última hora"
Luís Roberto Barroso, ministro do STF
Outros magistrados consideraram que a lei simplesmeste não tratou do recurso e que, por isso, o regimento do Supremo é válido para definir sua existência. Os que defendem os infringentes também destacaram que os embargos de declaração não estão na lei, mas mesmo assim foram julgados pelo Supremo.
Na semana passada, o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, se manifestou contra a validade do recurso. Nesta quarta (11), foi acompanhado pelo ministro Luiz Fux.
Os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber e Dias Toffoli divergiram e entenderam que os infringentes são cabíveis.
Referido recurso é inadmissível no Supremo Tribunal Federal. Isso não é casuísmo. Nós temos 400 ações penais."
Luiz Fux, ministro do STF
Ainda faltam os votos dos ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Celso de Mello.
Os embargos infringentes possibilitam a reanálise de provas e podem mudar o mérito de condenações que tenham ocorrido com quatro votos favoráveis. A maioria dos réus foi condenada por dois ou três crimes e, nesses casos, o novo julgamento não reverteria toda a condenação.
No entanto, só devem ser apresentados depois da publicação da decisão dos embargos de declaração, que contestam omissões, contradições ou obscuridade e cujo julgamento foi concluído na semana passada.
A discussão sobre a validade dos infringentes foi antecipada porque o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares apresentou o recurso. Em decisão individual, Joaquim Barbosa negou por entender que não era cabível, e a defesa recorreu para que o plenário decidisse sobre a validade.

COMENTÁRIO DO FARINA: Se fosse um ladrão de  galinha a chance de um recurso desse ser analisado era NENHUMA....

NOVO ALERTA CONTRA O CHUMBO EM ROLÂNDIA


A água e a saúde da população são duas coisas inseparáveis. A disponibilidade de água de qualidade é condição indispensável para a própria vida e, mais do que qualquer outro fator, a qualidade da água condiciona a qualidade da vida.  Há que considerar que o crescimento industrial implica o crescimento populacional e, consequentemente, aumenta o consumo de bens e serviços, é verdade que o ideal seria que a zona residencial não estivesse inserida na área Industrial, pois o risco de saúde é maior em relação à população que vive distante da zona industrial. Entretanto, bem sabemos, pelos exemplos já ocorridos no município, como a empresa avícola citada na carta da prefeitura, que saiu de uma zona residencial e agora se encontra novamente cercada de bairros, que onde tiver indústrias terá residência nos arredores, pois os trabalhadores querem ficar próximos dos seus empregos. Assim, se por um lado o desenvolvimento industrial é importante para a economia do município, por outro a existência das fábricas são prejudiciais a saúde da população. Pois a população inala partículas e substâncias emitidas por essas fábricas, causando sérios problemas de saúde.  E ainda, quando se lança resíduos industriais, na água, no solo ou no ar, esses elementos podem ser absorvidos pelos vegetais e animais das proximidades, provocando graves intoxicações ao longo da cadeia alimentar. Dessa forma, o objetivo principal da política ambiental deve ser de assegurar um desenvolvimento sustentável do município, considerando as suas condições específicas, através de um compromisso aceitável e sustentável entre o progresso socio/econômico e a proteção do meio ambiente. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 30% dos danos na saúde estejam relacionados com os fatores ambientais decorrentes de inadequação do saneamento básico (água, lixo, esgoto), poluição atmosférica, exposição a substâncias químicas e físicas, desastres naturais, fatores biológicos (vetores, hospedeiros e reservatórios) entre outros. Os resíduos industriais são um dos maiores responsáveis pelas agressões fatais ao ambiente. Nele estão incluídos produtos químicos (cianeto, pesticidas, solventes), metais (mercúrio, cádmio, chumbo) e solventes químicos que ameaçam os ciclos naturais onde são despejados, pois atualmente, os resíduos sólidos são amontoados e enterrados; os líquidos são despejados em rios e mares; os gases são lançados no ar. Assim, a saúde do ambiente, e consequentemente dos seres que nele vivem, torna-se ameaçada, podendo levar a grandes tragédias. A decisão de industrializar uma área verde e economicamente desenvolvida, e com legítima identidade com a população Rolandiense, como a Estrada da Fartura, retrata uma Barreira ambiental, entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento no que diz respeito às tendências de evolução da degradação ambiental nos respectivos territórios soberanos. Por isso, mais uma vez, pedimos encarecidamente aos nobres vereadores, que antes de aprovar um projeto dessa magnitude, experimentem conhecer a situação real sobre a gestão dos resíduos tóxicos, e assim, quem sabe, contribuir para uma futura minimização de produção dos resíduos perigosos e dos riscos decorrentes, que permita a atenuação dos efeitos e atos que prejudiquem a saúde da população, e aponte para o recurso a novas tecnologias sustentáveis, mesmo que seja necessário rever as políticas praticadas no país, referentes ao meio ambiente de forma que sejam abrangentes e que se cumpram integralmente as leis existentes. GERSON MEDEIROS. 
OBS.: Condensei a sua importante matéria, para que a maioria pudesse entender... é que redações longas a maioria dos leitores não gostam. Espero que entenda e me perdoe. Mas parabéns pela profundidade em que abordou o tema, tão importante para as atuais e futuras gerações. JOSÉ CARLOS FARINA

PRIMAVERA CHEGOU EM ROLÂNDIA ( para a nossa alegria )

1ª foto:"Ficheira" da Praça Castelo Branco. 2ª foto em frente o Colégio Souza Naves. fotos  by josé Carlos Farina









ROLÂNDIA - CHAFARIZ DA PRAÇA CONTINUA QUEBRADO

Foto tirada hoje, 11/09, 17 horas, by José Carlos Farina

FOTO FAMOSA DE LONDRINA PELO GOOGLE EARTH PANORAMIO














NO GOOGLE EARTH - PANORAMIO

BETO RICHA FAZ HOMENAGEM PÓSTUMA A JOSÉ RICHA



Se estivesse vivo, meu querido pai José Richa comemoraria hoje 79 anos.  Ele está vivo. Sua presença entre nós – seus familiares, os paranaenses e os brasileiros – é muito grande. Não só pelas lições diárias e corriqueiras de vida, mas por ter nos ensinado, como político, que a democracia deve ser plena para o progresso de todos, sem exclusões.  Muito obrigado, meu pai. E fique em paz com Deus.

COMENTÁRIO: EU ERA VEREADOR NA ÉPOCA EM QUE ELE ERA GOVERNADOR E ERA SEMPRE MT BOM QUANDO ELE VINHA AQUI EM ROLÂNDIA... E GENTE FUMAVA UM HOLLYWOOD JUNTOS.. CONVERSÁVAMOS E RÍAMOS MUITO... ELE ERA GENTE BOA MESMO.. DAVA ATENÇÃO A TODOS. ERA CULTO, ALEGRE E HUMILDE. LEMBRO-ME BEM O DIA EM QUE ELE VEIO EM ROLÂNDIA ASSINAR A ORDEM DE SERVIÇO PARA A CONSTRUÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DO EMA. QUE DEUS O TENHA... JOSÉ CARLOS FARINA

ADRIANA e BANA

FOTO By  ADRIANA BANA

A FOTO MAIS BONITA DE LONDRINA - PR.

FOTO By  WILSON VIEIRA

HISTORIA DE LONDRINA - O SITE

FALSO PADRE EM ROLÂNDIA ??

Silvana Silva compartilhou a foto de Cobra Reporter.
Rolândia e região ATENÇÃO
ATENÇÃO!!!

TEM UM HOMEM APLICANDO UM GOLPE EM NOSSA REGIÃO, "O GOLPE DO FALSO PADRE", O HOMEM SE PASSA POR UM PADRE DIZENDO QUE VAI BENZER A CASA E ENQUANTO ELE BENZE ELE ROUBA JÓIAS E DINHEIRO DA RESIDÊNCIA DA VÍTIMA. O GOLPISTA APLICA O GOLPE EM PESSOAS MAIS DE IDADE USANDO A BOA FÉ DA PESSOA, ELE ESTÁ AGINDO EM TODA NOSSA REGIÃO, JÁ TEM CASOS REGISTRADOS EM ARAPONGAS, CAMBÉ, IBIPORÃ E ROLÂNDIA.

VAMOS #COMPARTILHAR GENTE, PARA ALERTAR AS PESSAS SOBRE SOBRE O GOLPE QUE ESSE FALSO PADRE ESTÁ APLICANDO EM NOSSA REGIÃO.

EM IBIPORÃ ELE CHEGOU ATÉ A REZAR UMA MISSA COM VELAS E UM COPO COM ÁGUA....

Masayoshi Iwase - Exemplo de Londrina ( meio ambiente )

O guardião do vale

Masayoshi Iwase transformou a área em frente à casa onde mora: o que era depósito de lixo virou um bosque
Fotos: Marcos Zanutto
Masayoshi Iwase no vale do córrego Limoeiro: "Ganhei qualidade de vida"
 
O furtivo cidadão que pretende realizar um despejo irregular de sujeira no fundo de vale da bacia do córrego Limoeiro, na zona leste de Londrina, provavelmente se enrolará numa tarefa inglória. É que dificilmente ele passará despercebido pelo contabilista aposentado Masayoshi Iwase, que cuida daquele pedaço como se fosse o jardim da própria casa. Armado de coragem e paciência oriental, o "guardião do vale" é implacável com os sujismundos de plantão. 

Nem mesmo um ou outro vizinho mais folgado escapa do sermão de Masayoshi, que se mudou para lá em 1998 e encontrou uma situação deprimente: um mato tão alto que deitava sobre a rua e escondia animais mortos – com aquele odor insuportável – e, pior, animais peçonhentos, principalmente aranhas e escorpiões, que de vez em sempre visitavam os moradores sem pedir licença. 

A primeira tentativa de limpar o local foi infrutífera. Carroceiros incautos e moradores sem um pingo de consciência ambiental ignoravam solenemente as placas de "Proibido jogar lixo". E os órgãos públicos ignoravam os apelos para uma limpeza mais regular e eficaz. 

Daí que Masayoshi chegou à conclusão de que, se quisesse um local agradável para morar, teria de arregaçar as mangas. "Quebrei três enxadões só para tirar umas touceiras de colonião deste tamanho aqui, ó", conta ele, abrindo os braços. 

A parte mais urbana da bacia do córrego Limoeiro compreende cerca de 12 mil metros quadrados ao longo das ruas José Hélio Luppi (Jardim São Conrado), Marco Polo e Adriano I (Jardim Albatroz), próximo ao Aeroporto. É uma encosta de aproximadamente 30 metros que, morro abaixo, une-se à mata de chácaras e que formam um corredor ecológico até o Rio Tibagi. 

Além de capinar o local, Masayoshi ajeitou a terra em forma de curvas de nível para evitar erosão e, de 2000 para cá, plantou perto de 600 mudas de pelo menos 40 espécies de árvores frutíferas, medicinais e ornamentais. Roseiras, palmeiras, orquídeas e palmitos dividem espaço com pau d’alho, pau Brasil, cedro, peroba, canafístula, sibipiruna, imbaúba, flamboyant. 

Um pouco distantes da arnica, erva cidreira, pimenteiras, boldos e erva de santa maria encontram-se pés de manga, jamelão, jaca, tamarindo, abacate, orvalha, araçá, cambuí, graviola, acerola, pitanga, goiaba, romã, ameixa, banana, jabuticaba, guaraná, fruta do conde e diversos cítricos. 

Depois de gastar tempo, suor e algum dinheiro com as caçambas contratadas para transportar o entulho, o resultado pode ser comprovado a olho nu: terreno capinado, árvores produzindo, mudas crescendo com vigor, telhados agora protegidos dos ventos que antes os ameaçavam, visual acolhedor, vizinhança pacificada e região valorizada 

O que mais, Masayoshi, você ganhou com isso? "Ganhei higiene mental, frutos o ano todo, árvores florindo e cantar de passarinho", ele responde. "Ganhei foi qualidade de vida." 

Que o diga a trupe de quatis que receberam a FOLHA quando foi registrar as imagens do fundo de vale.

RESERVA PARTICULAR DE PATRIMÔNIO NATURAL NA SERRA DO CADEADO

FOLHA WEB

‘Um corredor ecológico fantástico’

Josoé de Carvalho/Divulgação
O biólogo Willian Cunha na RPPN Monte Sinai: área liga as bacias dos rios Ivaí e Tibagi
Localizada na divisa de Mauá da Serra com Ortigueira, na Serra do Cadeado, entre o segundo e o terceiro Planalto do Paraná, a "Monte Sinai" é exemplo da importância de uma RPPN. Criada em 2007, a unidade de conservação abriga três mil espécies animais – aves, répteis, anfíbios e mamíferos – e 201 espécies vegetais, entre elas cinco de interesse de preservação por estarem ameaçadas de extinção. 

"Trata-se de um corredor ecológico fantástico, que liga as bacias do Rio Ivaí e do Rio Tibagi", afirma o biólogo Willian Luiz da Cunha, responsável técnico da unidade. "Temos aqui, catalogadas, 80 espécies de mamíferos. E muitas árvores e arbustos raros, vulneráveis ou ameaçados." 

Com 309 hectares de Mata Atlântica, na RPPN Monte Sinai existem 33 nascentes de água apenas na trilha de vistoria. Willian Cunha estima que a área possua pelo menos 150 nascentes, já que um terço da área, segundo ele, nunca foi acessado. 

Lá funciona, há dois anos, um Centro de Manejo de Animais Silvestres (CEMAS) que recepciona animais atropelados ou apreendidos. Nesse período, o CEMAS atendeu perto de 1,5 mil animais que, recuperados, são reintroduzidos em seus locais de ocorrências ou enviados a fiéis depositários – zoológicos, cativeiros e comerciantes cadastrados no Ibama. 

A RPPN também recebeu parte da fauna e da flora da área de Telêmaco Borba alagada pela Usina de Mauá em 2011, principalmente orquídeas e abelhas nativas – entre elas, duas espécies ameaçadas de extinção, a mandaçaia e a mimbucão. "Essas abelhas são responsáveis por 95% da polinização da flora", afirma o biólogo Willian. "Sem elas, a floresta fica comprometida." 

A importância da Monte Sinai vai além da preservação e reintrodução de espécies animais e vegetais. A unidade é também fonte de pesquisas e palco de educação ambiental. Willian Cunha diz que há três convênios com universidades públicas paranaenses: UEL (criação e manutenção de abelhas indígenas), UEM (multiplicação de orquídeas nativas) e UFPR (levantamento de mamíferos). 

Projeto com a prefeitura de Mauá da Serra leva àquela área, semanalmente, alunos da rede de ensino. Também visitam a RPPN estudantes de Ortigueira, Faxinal, Tamarana, Marilândia do Sul, Califórnia, Apucarana e Cruzmaltina. Eles fazem trilha ecológica e conhecem a importância das espécies ali existentes. "Falamos a eles, também, dos problemas gerados pela caça, e dali saem dados com os quais conseguimos melhorar nossa vigilância", afirma Willian.