sexta-feira, 15 de novembro de 2013

ZÉ DIRCEU ACABA DE SER PRESO


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DE SÃO PAULO

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu divulgou nota oficial nesta sexta-feira (15), dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou sua prisão imediata, e disse que "ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular essa sentença espúria".
"Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania", afirmou.
O petista afirmou ainda que o julgamento "permanece sob o signo da exceção" e que "a pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça".

"É público e consta nos autos que fui condenado sem provas", escreveu Dirceu. Segundo ele, sua condenação se deu por "cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna".
"Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites", diz a nota do ex-ministro.
O STF condenou Dirceu pelos crimes de corrupção ativa, por 8 votos a 2, e formação de quadrilha, por 6 a 4. A maioria dos ministros do STF concluiu que ele comandou a organização do mensalão com o objetivo de corromper parlamentares e garantir apoio no Congresso para o governo Lula.
Os ministros que condenaram Dirceu justificaram seus votos apontando um conjunto de circunstâncias. Dirceu era o homem forte do governo, reuniu-se várias vezes com os operadores do mensalão e uma de suas ex-mulheres recebeu favores do grupo. Por isso, o STF concluiu que era ele quem estava no comando do esquema.
Confira abaixo a íntegra da nota
O julgamento da AP 470 caminha para o fim como começou: inovando - e violando - garantias individuais asseguradas pela Constituição e pela Convenção Americana dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
A Suprema Corte do meu país mandou fatiar o cumprimento das penas. O julgamento começou sob o signo da exceção e assim permanece. No início, não desmembraram o processo para a primeira instância, violando o direito ao duplo grau de jurisdição, garantia expressa no artigo 8 do Pacto de San Jose. Ficamos nós, os réus, com um suposto foro privilegiado, direito que eu não tinha, o que fez do caso um julgamento de exceção e político.
Como sempre, vou cumprir o que manda a Constituição e a lei, mas não sem protestar e denunciar o caráter injusto da condenação que recebi. A pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça.
É público e consta dos autos que fui condenado sem provas. Sou inocente e fui apenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha - contra a qual ainda cabe recurso - com base na teoria do domínio do fato, aplicada erroneamente pelo STF.
Fui condenado sem ato de oficio ou provas, num julgamento transmitido dia e noite pela TV, sob pressão da grande imprensa, que durante esses oito anos me submeteu a um pré-julgamento e linchamento.
Ignoraram-se provas categóricas de que não houve qualquer desvio de dinheiro público. Provas que ratificavam que os pagamentos realizados pela Visanet, via Banco do Brasil, tiveram a devida contrapartida em serviços prestados por agência de publicidade contratada.
Chancelou-se a acusação de que votos foram comprados em votações parlamentares sem quaisquer evidências concretas, estabelecendo essa interpretação para atos que guardam relação apenas com o pagamento de despesas ou acordos eleitorais.
Durante o julgamento inédito que paralisou a Suprema Corte por mais de um ano, a cobertura da imprensa foi estimulada e estimulou votos e condenações, acobertou violações dos direitos e garantais individuais, do direito de defesa e das prerrogativas dos advogados - violadas mais uma vez na sessão de quarta-feira, quando lhes foi negado o contraditório ao pedido da Procuradoria-Geral da República.
Não me condenaram pelos meus atos nos quase 50 anos de vida política dedicada integralmente ao Brasil, à democracia e ao povo brasileiro. Nunca fui sequer investigado em minha vida pública, como deputado, como militante social e dirigente político, como profissional e cidadão, como ministro de Estado do governo Lula. Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político.
Esta é a segunda vez em minha vida que pagarei com a prisão por cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna. Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites.
Mesmo nas piores circunstâncias, minha geração sempre demonstrou que não se verga e não se quebra. Peço aos amigos e companheiros que mantenham a serenidade e a firmeza. O povo brasileiro segue apoiando as mudanças iniciadas pelo presidente Lula e incrementadas pela presidente Dilma.
Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular esta sentença espúria, através da revisão criminal e do apelo às cortes internacionais. Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania.

ZÉ DIRCEU É O PRÓXIMO A SER PRESO

Ordem de prisão contra José Dirceu é expedida.

Genoíno se entrega à Polícia Federal

SÓ NÃO FALOU SE VAI DEVOLVER DINHEIRO

O ex-presidente do PT, José Genoino, chega de carro para se entregar na sede da Polícia Federal em São Paulo
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BRUNO BENEVIDES
DE SÃO PAULO
O ex-presidente do PT José Genoino acaba de se entregar à polícia nesta sexta-feira (15). Ele entrou na superintendência da PF em São Paulo pela porta da frente, acompanhado da mulher, Rioco Kayano, e do advogado. Diversos amigos e militantes do PT estavam em frente ao prédio e gritaram mensagem de apoio ao petista: "Viva Genoino". Genoino, já dentro da superintendência, também gritou: "Viva o PT".
Ainda em casa, o ex-presidente do PT havia consolado a filha mais velha, Miruna, que estava chorando. "Fui em cana, cela fechada, sem banho de sol, torturado e estou aqui, de novo com o espírito dos anos 70", disse.
Renato Ribeiro Silva/Futura Press/Folhapress
O ex-presidente do PT, José Genoino, chega de carro para se entregar na sede da Polícia Federal em São Paulo
Aos amigos, também em casa antes de se entregar, comparou essa ocasião a de outra prisão. "Na ditadura, em cinco anos eu fui preso, torturado, julgado, condenado e cumpri a pena. Agora, estou há oito anos esperando", afirmou.
De acordo com o advogado de Genoino, Luiz Fernando Pacheco, o ex-presidente do PT deve passar a noite desta sexta-feira (15) na superintendência da PF em São Paulo. O ex-ministro José Dirceu, apesar de ainda não ter chegado, deve fazer o mesmo.
De acordo com previsões, ambos serão levados a Brasília no domingo. Na segunda-feira, Pacheco entrará com pedido para que o Genoino cumpra o regime semiaberto em São Paulo. Segundo a lei de execução penal, ele tem direito de cumprir a pena perto da família.
Eduardo Knapp/Folhapress
Genoino deixa sua casa para se apresentar a PF erguendo os punhos, com toalha sobre os ombros e ao lado de familiares
Genoino deixa sua casa para se apresentar a PF erguendo os punhos, com toalha sobre os ombros e ao lado de familiares
O STF (Supremo Tribunal Federal) expediu 12 mandados de prisão contra condenados no processo do mensalão. Ainda não foi divulgada a lista com os nomes, mas o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o operador do esquema, Marcos Valério estão nesta primeira leva.
O STF concluiu que Genoino participou da organização do mensalão negociando acordos com os partidos que apoiaram o governo Lula e assinando alguns dos empréstimos do Banco Rural que ajudaram a financiar o esquema.
Em sua defesa, o deputado disse durante o julgamento que nunca tratou de dinheiro com outros partidos e que só assinou os contratos dos empréstimos por causa de sua posição como presidente do PT na época.
Ele foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão por corrupção ativa --por 9 votos a 1--, e a dois anos e três meses por formação de quadrilha --por 6 a 4.

Acidente na PR-323 (CONTORNO) em Rolândia deixa uma pessoa morta e três feridas


  • Alexandre Sanches com informações de Samuel Ribeiro
Um grave acidente, registrado na noite de quinta-feira (14), na PR-323 (CONTORNO NORTE) em Rolândia (25 km de Londrina), no sentido ao distrito de São Martinho, deixou uma pessoa morta e outras três feridas. A batida transversal, entre um Astra com placas de Bauru (SP) e uma camionete Range Rover foi por volta das 21h.
Segundo informações obtidas no local do acidente, os ocupantes do Astra, que estavam viajando para passar o feriado em uma pousada da região e, por não conhecer o local, acabou por atravessar a rodovia, sendo colhida violentamente pela camionete.
Na batida, teve morte no local Maria Marluce Ivo, 64 anos, passageira do Astra. O motorista do veículo, uma segunda passageira e o motorista da camionete tiveram ferimentos considerados leves, sendo atendidos por socorristas do Siate e encaminhados na sequência para o Hospital São Rafael, de Rolândia.
O corpo de Maria Marluce Ivo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Londrina para ser necropsiado.
Na madrugada desta sexta-feira (15), a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) registrou uma segunda morte nas rodovias da região norte do Estado, desde que foi lançada na tarde de quinta-feira a Operação Proclamação da República, pela 2ª Companhia da PRE, com sede em Londrina. Um rapaz de 19 anos - a identidade não foi divulgada - morreu ao bater a motocicleta que conduzia pela PR-466, em Ivaiporã, contra um Gol.

ZÉ DIRCEU e GENOÍNO PODEM IR PRA CADEIA HOJE

STF manda prender 12 condenados

Dirceu, Genoino e Delúbio estão entre os que podem ser presos ainda nesta sexta-feira

15 de novembro de 2013 | Ricardo Chapola, Mateus Coutinho e Valmar Hupsel Filho - O Estado de S. Paulo
O Supremo Tribunal Federal (STF) mandou prender nesta sexta-feira, 15, pelo menos 12 condenados no processo do mensalão. Embora a assessoria do tribunal não tenha informado quais condenados tiveram a prisão decretada, Estado apurou que o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT, José Genoino, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares e o operador do mensalão, Marcos Valério estão entre os que podem ser presos a qualquer momento.  
Os mandados de prisão expedidos foram encaminhados para a Polícia Federal na tarde desta sexta-feira, por ordem do presidente do STF, Joaquim Barbosa. A PF pode cumprir os mandados a qualquer momento. A Constituição impede apenas que as prisões sejam feitas à noite.
José Dirceu passou o dia em casa, em Vinhedo, interior de São Paulo, acompanhado da família. Ele havia passado a semana em Itacaré, praia do sul da Bahia, e retornou a São Paulo após o Supremo decidir pela execução imediata das condenações não questionadas por meio de embargos infringentes.
O ex-ministro da Casa Civil foi condenado a 10 anos de 10 meses pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Ele, no entanto, começa a cumprir pena, em regime semiaberto, apenas para o primeiro crime, para o qual foi condenado a 7 anos e 11 meses. E permanece neste sistema enquanto o STF analisa os embargos infringentes por formação de quadrilha, para o qual foi condenado a 2 anos e 11 meses. Caso seja mantida a condenação por quadrilha, Dirceu segue para o regime fechado.  
O deputado federal licenciado José Genoino (PT) também passou o dia em casa, na zona oeste de São Paulo. Genoino foi condenado a 6 anos e 11 meses de prisão pela participação no esquema do mensalão e deverá cumprir parte da pena em regime semiaberto. 
No início da tarde desta sexta-feira, o ex-presidente do PT divulgou uma nota oficial na tarde desta sexta-feira, 15, na qual reitera ser inocente e diz considerar-se um "preso político".
Preso Político. Genoino disse ainda ter sido condenado por que era presidente do PT na época do escândalo e afirma que não existem provas das acusações contra ele. "O empréstimo que avalizei foi registrado e quitado", diz a nota.
O ex-presidente do PT foi condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha. A segunda condenação, contudo, está embargada e seu julgamento deve ser retomado em 2014, pois ele obteve 4 votos favoráveis a sua absolvição por este crime no Supremo.
Genoino está na sua casa, na zona oeste de São Paulo, aguardando a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que pode expedir os mandados de prisão de 16 condenados ainda nesta sexta.
Confira abaixo a íntegra da nota:
"Com indignação, cumpro as decisões do STF e reitero que sou inocente, não tendo praticado nenhum crime. Fui condenado por que estava exercendo a Presidência do PT. Do que me acusam? Não existem provas.O empréstimo que avalizei foi registrado e quitado.
Fui condenado previamente em uma operação midiática inédita na história do Brasil. E me julgaram em um processo marcado por injustiças e desrespeito às regras do Estado Democrático de Direito.
Por tudo isso, considero-me preso político.

JOSÉ GENOÍNO DO PT VAI PRA CADEIA EM 1º LUGAR

Genoino é primeiro réu do mensalão a receber ordem de prisão

O deputado federal José Genoino durante sessão da CCJ na Câmara dos Deputados no mês de abril
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BERNARDO MELLO FRANCO

O ex-presidente do PT José Genoino foi o primeiro réu condenado no processo do mensalão a receber ordem de prisão do STF (Supremo Tribunal Federal).
A ordem foi entregue há instantes em sua casa, em São Paulo.
O STF (Supremo Tribunal Federal) expediu 12 mandados de prisão contra condenados no processo do mensalão. Ainda não foi divulgada a lista com os nomes, mas, além de Genoino, o ex-ministro José Dirceu está nesta primeira leva.
André Borges - 9.abr.2013/Folhapress
O deputado federal José Genoino durante sessão da CCJ na Câmara dos Deputados no mês de abril
Os mandados foram enviados à Polícia Federal, que deve tentar cumpri-los ainda hoje. Há relatos de que em algumas cidades réus já se preparam para se entregar. Não é certo quando eles serão transferidos a Brasília, onde começarão a cumprir suas penas.

Editoria de arte/Folhapress
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VÍDEO JOSÉ CARLOS FARINA NA GLOBO ( BARES E VENDAS ANTIGAS )

BENS da COROL serão leiloados para pagar dívidas


Cooperativa Agroindustrial de Rolândia terá que se desfazer de quase todos os bens. Valor arrecadado, R$ 33 milhões, será usado para saldar dívidas trabalhistas e com um banco alemão 15/11/2013 | 00:01
Telma Elorza
As Justiças do Trabalho e Estadual realizam, nos dias 5 e 6 de dezembro, dois leilões com bens da Corol Cooperativa Agroindustrial de Rolândia. Serão leiloados praticamente todos os imóveis da cooperativa em Rolândia, incluindo a sede, fábrica de sucos, barracões, galpões e postos de combustíveis, localizados na Rua Rodrigues Alves, além da fábrica de rações e outras instalações na antiga estrada Rolândia-Arapongas. O valor total avaliado é de cerca de R$ 33 milhões. O lance mínimo será o da avaliação. A realização é da Leilões Judiciais Queiroz.
O primeiro leilão acontece em 5 de dezembro, a partir das 14 horas, na Associação Comercial e Industrial de Rolândia (Acir), sob determinação do juiz Paulo da Cunha Boal, da Vara do Trabalho. Neste, serão leiloados a sede, galpão de sementes/fábrica, galpão de estocagem, galpão de oficina e peças, lavador de veículos, casa de caixa d’agua, postos de combustível, vestiário, depósito de limpeza, armazéns, CPD, sanitário anexo ao almoxarifado, almoxarifado, treinamento/segurança, antiga balança, portaria, supermercados, depósito de veneno, balança, laboratório, classificação e portaria, com avaliação total das benfeitorias e terreno em R$ 12.694.550,00. O leiloeiro está autorizado a efetuar a venda direta, caso não haja arremate, observados os parâmetros do edital.
No dia seguinte, no mesmo horário, no Tribunal do Júri do Fórum de Rolândia, será leiloado o restante das instalações, por determinação do juiz Marcos Rogério Cesar Rocha, por meio de carta precatória oriunda da 38ª Vara Cível Central da Comarca de São Paulo. A ação de execução é movida pela agência nova-iorquina do banco alemão HSH Nordbank. Os bens estão avaliados em R$ 20.480.399,15 e o valor da dívida é calculado em R$ 15,848 milhões. Se não houver comprador, um novo leilão já está marcado para o dia 18, no mesmo horário e local.
Segundo Marcos de Queiroz, funcionário da leiloeira, para evitar os leilões, a Corol teria que acertar as dívidas com a Justiça até um dia antes das datas marcadas. “Se não o fizer, a cooperativa tem até cinco dias depois para recorrer via judicial.” De acordo com ele, pelo menos cinco pessoas buscaram informações adicionais sobre os leilões. “Pelos valores, que são altos, até que foi uma grande afluência.” A assessoria de imprensa da Cocamar confirmou o interesse da cooperativa em adquirir as instalações.
A reportagem tentou falar com o presidente da Corol, João Menolli, mas ele não quis dar entrevista. Segundo ele, apenas o assessor jurídico, Anacleto Giraldeli Filho, poderia falar sobre o assunto. O JL tentou contato com o advogado, mas no seu escritório a informação é que ele estaria viajando e só poderia dar entrevista na segunda-feira. Giraldeli também não retornou os recados deixados no celular.
Cooperativa enfrenta problemas há cinco anos
Com quase 7 mil associados, a Corol Cooperativa Agroindustrial de Rolândia vem enfrentando uma série de problemas financeiros há cerca de cinco anos. Uma fusão com a Cocamar chegou a ser estudada, mas a cooperativa de Maringá não aceitou assumir as dívidas da Corol e o negócio foi desfeito.
Em maio passado, os conselhos Administrativo e Fiscal da cooperativa foram destituídos e foi nomeada uma comissão provisória para gerir a entidade. A assembleia foi convocada depois que a diretoria anterior deixou de prestar contas do ano fiscal de 2012 e não renegociou dívidas de mais de R$ 15 milhões, contraídas por associados a pedido da diretoria por meio de Notas de Crédito Rural junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), vencidas no ano passado.
Em julho, uma nova assembleia elegeu uma diretoria permanente, encabeçada pelo produtor João Menolli – que também comandou a comissão provisória. Um dos primeiros atos foi contratar auditoria externa para avaliar a situação financeira da Corol. A estimativa inicial era que a entidade tinha uma dívida de cerca de R$ 600 milhões. A auditoria deve ser concluída neste mês.

VÍDEO ACIDENTE COM MOTO HOJE NA PRES. VARGAS - 15/11/2013

JOSÉ CARLOS FARINA NA REDE GLOBO - SÉRIE CAMINHO DOS CAMPOS - VENDAS ANTIGAS

15/11/2013 - VENDA DO CEBOLEIRO - JORNALISTA ALBERTO DE ANGELIS E EQUIPE - vídeo do making off completo daqui a pouco no ar... no Blog do Farina.....

PROCURADOR JURÍDICO DA PREFEITURA OPINA SOBRE PROCESSO DE JOHHNY LEHMANN

BLOG DO PAULO FARINA

Procurador Jurídico de Rolândia opina sobre CP!


O Procurador Jurídico do Município, Dr. Jeferson Luiz Matias (via facebook) comentando nossa postagem adiantou argumentos que, sem dúvida, poderão integrar a defesa do Prefeito Joni Lehmann na CP: "O grande equívoco em tudo isso reside no julgamento da Câmara de Vereadores de um fato que absolutuamente não se enquadra como infração político-administrativa, cuja denúncia é totalmente inepta e sem justa causa!!! Em tese, o referido fato descrito na denúncia se enquadra como infração de responsabilidade, sendo de competência do Poder Judiciário a apreciação e julgamento."
COMENTÁRIO: Alguma defesa os advogados tem que apresentar. Mas, na realidade, temos que esperar o julgamento final. JOSÉ CARLOS FARINA