sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

ROLÂNDIA - JORNADA DE 6 HORAS PARA TODOS OS SERVIDORES ??

Silvana Silva 

Quero uma resposta do prefeito quanto a divulgação de jornada de seis (6) horas generalizada, dando a entender que o direito é de todos, quando na verdade a área de Endemias compreendendo os agentes de endemias e os de PSF (Programa Saúde da Família) fazem jornada de oito (8) horas diárias, não recebem um centavo a mais por isso e após reivindicarem por pelo menos duas (2) vezes o referido direito, tiveram resposta negativa e controversa, visto que ouviram como resposta o fato de "a área de endemias pertencer a um projeto federal", não enquadrando-se estes servidores a carga horária de seis (6) horas. Então fica a pergunta: SE NÃO SE ENQUADRAM NOS DIREITOS, PORQUE NOS DEVERES SE IGUALAM AOS DEMAIS? OS AGENTES TEM UNS DOS MENORES SALÁRIOS DA PREFEITURA, NO ENTANTO CONTRIBUEM DESDE O INICIO DESTE REGIME COM ONZE POR CENTO (11%) A PREVIDÊNCIA ESTATUTÁRIA. SERÁ MESMO QUE ISSO É LEGAL?
Como minha visão a seu respeito é de admiração pelo empenho na área de utilidade pública, solicito-lhe que busque a resposta a esta questão, caso o poder público tenha realmente resposta "coerente" e "legal" para tanto. Penso que se um setor público não pode receber os benefícios da maioria, deveria então voltar a se enquadrar no regime Celetista e recuperar entre outras coisas, o FGTS que deixou de receber desde que o novo regime foi implantado. O indigna é o prefeito fazer propaganda enganosa divulgando de forma generalizada uma verdade inexistente, republique então a tal matéria com a verdade: "...pois instituiu a jornada de 6 horas para a maioria dos departamentos públicos, isentando alguns setores da Saúde, por julgar impróprio para estes alguns requisitos do novo estatuto..." Esse seria o texto limpo, verdadeiro, HONESTO, mas a verdade não dá voto, a verdade tira máscaras e mostra cada um como realmente é.

SINOS DA MATRIZ DE ROLÂNDIA por WALMOR MACARINI

A fascinante voz dos sinos

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1a
Walmor Macarini

Leio na FOLHA que Rolândia concretiza o projeto antigo de concluir uma torre com cinco sinos, na igreja matriz. A inauguração está prevista para 19 de março, com celebração presidida pelo arcebispo dom Orlando Brandes. A realização desse sonho se deve ao monsenhor José Agius, daquela comunidade católica.

Sinos sempre me fascinaram, porque durante minha adolescência fui batedor de sino da igreja de minha terra natal, um lugar de 7 mil habitantes situado num privilegiado ponto do globo terrestre – precisamente Meleiro (SC). Minha função era tocar o sino às 6 da manhã, ao meio-dia, às 6 da tarde, antes das missas e quando morria gente.
Bater o sino fora de hora só podia ser sinal de notícia ruim, e todos logo se acercavam do templo para saber quem era o finado. Dona Teresa Búrigo, boa e santa mulher, era a primeira a chegar. (Um dia os sinos viriam a dobrar também por ela, e ela não estava ali para perguntar)… Eu exercia essa tarefa de forma profissional, e ganhava por isso dos paroquianos, em forma de produtos da lavoura, que depois eu vendia. Tudo em acordo com o padre.
Nos casos de morte, eu não só a anunciava, como tocava o sino continuamente enquanto durava o cortejo fúnebre. O cemitério era perto e eu dava os repiques do sino calculando os passos dos acompanhantes. Porque eu estava dentro do templo e não podia ver. Mortes de crianças eram as mais dolorosas. O anúncio era diferente: eu subia até o alto do campanário, por uma escadaria interna, e repicava o sino com duas varetas metálicas. Era um toque suave e ritmado, mas muito triste, como um som de lamento.
Em dia de festa – como a da padroeira Nossa Senhora de Glória, em 15 de agosto – o padre não queria que houvesse dança no salão local (as denominadas domingueiras, que eram de dia). É que a rapaziada, em vez de gastar o dinheiro nas barracas da igreja, ia dançar. Então, o padre me mandava tocar o sino, e eu tocava até o gaiteiro parar. Era uma heresia gente dançando com o sino tocando… Mas eu também anunciava as coisas alegres, como a missa grande das 10 horas dos domingos. Os fiéis chegavam cedo, porque esse momento no adro da igreja era um agradável momento de encontro. Às 9 a primeira batida, às 9h30 a segunda, e a última na hora dos fiéis entrarem. Os homens vestiam terno e gravata e as mulheres os mais finos vestidos. Eu tinha a chave da igreja, cantava no coral, composto de meia dúzia de vozes bem-intencionadas, e tocava um pouco o harmônio – um instrumento de teclado e foles, ainda hoje guardado lá como relíquia.
Bater um sino exige maestria. Não é só ir chegando a puxando a corda. É preciso ter um embalo cadenciado, no ritmo da subida e descida daquele pesado instrumento de bronze. Um descompasso entre homem e sino pode arrebentar a corda ou o balancim, destroncar os braços do sineiro ou arrancar-lhe a pele das mãos. Na hora de parar é preciso medir a intensidade do vai-e-vem e ir brecando com habilidade. Brecada brusca seria uma imprudência. Pode-se extrair daquele sonoro metal várias notas musicais, dependendo da sutileza de manipular a corda, em seu ir e vir, e fazer breaks suaves no tempo certo.
Sino é como gente, tem alma e gosta de carinho. Toca conforme a afeição que o sineiro nutre por ele. Sorri, geme, chora. Pode-se brincar com ele à vontade. Sino lá em cima, você embaixo, um sem ver o outro, mas ambos sintonizados e sentindo-se. Sino conhece o dono e sente o respeito que este lhe dá. Já escrevi certa vez que cidade sem sino é como uma cidade sem voz. Rolândia do padre Agius vai doravante erguer mais alto sua voz, irradiar benfazejas vibrações e robustecer a fé cristã de seus fiéis.
Walmor Macarini é jornalista em Londrina

CIGARRO É PURO VENENO E MATA MESMO




O cigarro não traz felicidade. Mesmo que fumantes do mundo inteiro afirmem que o cigarro relaxa, acalma e até faz pensar melhor, cientistas estão cada vez com mais provas que derrubam o mito do cigarro antiestresse. De acordo com dois estudos publicados recentemente, o fumo piora o humor, provoca ansiedade e está ligado a casos de depressão.

COMUNICADO ACIR: HORÁRIO DO FUNCIONAMENTO DO COMÉRCIO DURANTE O CARNAVAL!‏



ACIR
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COMUNICADO:

Comunicamos a todos que em função  do carnaval,  o comércio de Rolândia estará fechado nesta próxima Segunda-feira (03/março), para compensar o Domingo trabalhado antes do Natal/2013.


Como de costume na Terça-feira (04/03)  o comércio também estará fechado, e na Quarta-feira (05/03) o comércio reabrirá às 12:00 horas.



Atenciosamente

Paulo Roberto Lachner

Presidente da ACIR. 

Saiba como contornar a ressaca após excessos no carnaval

JORNAL DE LONDRINA

Arquivo/Agência de Notícias Gazeta do Povo / Sucos gelados e naturais são uma boa pedida, especialmente os cítricos
Sucos gelados e naturais são uma boa pedida, especialmente os cítricos
Fábio Luporini


Água e comida leve. A receita é simples, mas frequentemente esquecida pelos foliões. Evitar a ressaca é fácil e, para quem abusou um pouco das comidas gordurosas, das bebidas alcoólicas e da folia carnavalesca, algumas dicas são importantes para recuperar a energia e amenizar as consequências. Tudo depende de deixar o corpo bem hidratado, principalmente se a combinação for de festas e dias quentes.
“O primeiro de tudo é tomar bastante água, não refrigerante. Pode ser água de coco ou suco in natura, para se hidratar. Porque nesses dias de calor perde-se muito líquido. E a desidratação deixa a pessoa sonolenta, com preguiça, e desgasta o organismo”, aponta a nutricionista Beatriz Venegas Ulate, professora da Unopar.
Álcool não combina com gordura
O folião que tem o costume de ingerir bebida alcoólica nas festas de carnaval deve cuidar ainda mais para não exagerar na comida. “Se já afeta o fígado com o álcool, não deve afetar mais ainda com gordura”, explica Emanuela Cavenaghi de Oliveira.
Para os que porventura venham a passar mal, Emanuela sugere um suco que pode ser feito à base de água ou água de coco, com ingredientes como cenoura, hortelã e gengibre. “A cenoura aumenta o açúcar no sangue, o hortelã é digestivo e o gengibre aumenta a circulação”, ensina.
De acordo com Emanuela, não é possível definir com quantos copos de bebida alcoólica alguém fica bêbado. “Mas algo perigoso é não sentir fome enquanto bebe. É que a molécula de álcool forma sete calorias. Ela sacia a fome e a pessoa fica sem comer. O ideal é ingerir água junto, pois isso ameniza a ressaca.”
Evitar frituras e gorduras também ajuda. “Os alimentos gordurosos tornam a digestão mais lenta e também deixam a pessoa com preguiça.” Não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas é uma das dicas de Beatriz.
Em qualquer ocasião, ela sugere sucos de frutas cítricas, que ajudam a hidratar ou a reidratar. “As frutas cítricas, como morango, limão e laranja, são ricas em antioxidante, que repõe uma série de substâncias do organismo perdidas pelo calor”, explica.
Uma das substâncias eliminadas durante o calor é a vitamina C. “Perde-se vitaminas hidrossolúveis e vitamina C”, afirma.
É importante repor essas substâncias para combater os radicais livres, diz Beatriz. “Na folia, no calor, aumenta muito a produção de radicais livres. Então a gente repõe os antioxidantes para eliminar os radicais livres, que podem causar até envelhecimento precoce”, ressalta.
A receita de Beatriz é misturar ingredientes aos sucos de frutas com vitamina C. “Bate o abacaxi com hortelã, o maracujá com a couve e a couve com o melão ou laranja”, sugere.
Beatriz ensina a bater três laranjas com uma folha de couve, um limão com uma folha de couve ou então duas laranjas e um maracujá. “Sempre com água e o mínimo de açúcar.”
É possível ainda misturar as frutas numa salada, aliando as cítricas com as que dão energia. “Basicamente laranja, mamão, abacaxi e morango. A banana também repõe energia.” Além disso, é preciso ingerir bastante salada. “Na folia, nada de comer coisas com gordura.”
Emanuela Cavenaghi de Oliveira, que além de nutricionista é chef de cozinha no restaurante Villa Madeira (R. França, 11, Cambé. Fone: 3253-2882), explica que a ressaca ocorre quando há um aumento do nível de açúcar no organismo e logo em seguida uma queda brusca.

“Algumas pessoas sentem azia ou dor de cabeça. O corpo perde muita água e energia”, diz. “A maior função é líquida, o que mais se perde com o álcool. Ainda mais quando a pessoa bebe, vai pular carnaval, vai para o trio elétrico. É importante comer bem – e não comida pesada.”