quinta-feira, 29 de maio de 2014

ROLÂNDIA - BALLET DANÇA NA ACREBI


Essa turminha são as nossas futuras bailarinas da Acrebi!!!!  Temos vagas ainda, aulas de segunda e sexta, turmas de manha e a tarde, informações:  3256-3475 ou 9931-5334.

ROLÂNDIA - SUKIYAKI NO LIONS DIA 31 SÁBADO

Sukiyaki  ... sábado 31 de maio na sede do Lions Clube de Rolândia. Alguns flashs do ultimo sukiyaki de agosto de 2013. Blog do Farina estará presente.

TARADO É LINCHADO EM LONDRINA HOJE

Um jovem de 21 anos foi seguro e vitima de agressões de moradores de chacaras na estrada três figueiras em Londrina. Segundo uma mãe, o rapaz ė conhecido da familia e foi acolhido por não ter onde ficar. E na tarde desta quinta feira ele foi flagrado por ela fazendo sexo oral na sua filha de 3 anos, pelado se masturbando. Durante as agressões a Pm foi acionada e deu voz de prisão ao rapaz. Detido e encaminhado ao 2°DP para averiguação da autoridade competente.

CRISE NA SEGURANÇA DO PARANÁ

FOLHA DE LONDRINA


53 comarcas sem delegados


Governo promete resolver o problema com a contratação de 75 concursados, além de investigadores e papiloscopistas

Londrina – Das 161 comarcas do Paraná, 53, ou 33%, não têm delegado de polícia. Atualmente trabalham no Estado 356 delegados. Os dados são da Polícia Civil do Paraná. O governo do Estado anunciou nos últimos dias a contratação de 75 novos delegados em uma tentativa de amenizar o problema. A promessa é que todas as comarcas desfalcadas terão os cargos preenchidos. 


Diante dessa realidade o que se vê são delegados acumulando a função em diversos municípios e com dificuldades para realizar o trabalho de investigação de crimes. "Toda a investigação é dirigida pelo delegado e com a ausência dele o trabalho fica prejudicado. Existem profissionais que trabalham direto, sem fim de semana para poder atender várias cidades", apontou Roberto Nascimento, presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil do Paraná (Adepol). 

Para Ademilson Batista, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol), a presença do delegado o dia todo em uma mesma delegacia é fundamental. Para ele, também faltam investigadores e escrivães nas delegacias do Estado. "Todos sabem que uma das formas de diminuir a violência é aumentar o efetivo, é ter polícia na rua. Enquanto houver sensação de impunidade, os índices não vão cair", frisou. "Não adianta só nomear delegados, é preciso [que sejam nomeados] mais investigadores e escrivães", cobrou Nascimento. 

Além dos novos delegados, o Estado anunciou também a nomeação de 413 investigadores e 48 papiloscopistas. Os contratados estão cumprindo a fase de entrega de documentos e exames médicos. De acordo com o delegado geral da Polícia Civil do Paraná, Riad Braga Farhat, os novos delegados devem começar a trabalhar em agosto, após realizarem um curso com práticas de tiro, ações policiais, técnicas de investigação e direitos humanos. "Todas as comarcas sem delegados serão contempladas", garantiu Farhat. 

O delegado José Arnaldo Peron é titular da Delegacia de Bela Vista do Paraíso e acumula a função em Primeiro de Maio, sede de comarca, e Alvorada do Sul, todas na Região Metropolitana de Londrina. Peron não esconde a principal dificuldade para realizar o trabalho. "Você passa mais tempo se deslocando do que na própria delegacia. Pela demanda existente essas cidades necessitam de um delegado em tempo integral", relatou. 

Outra comarca pertencente a 10ª Subdivisão Policial (SDP) sem delegado é a de Centenário do Sul. O delegado titular de Porecatu, Elizandro Correia, acumula a função no município e em outras cinco cidades da região: Florestópolis, Prado Ferreira, Miraselva, Lupionópolis e Cafeara. "Procuramos centralizar todo o trabalho nas sedes das comarcas para agilizar", limitou-se a dizer Correia. O delegado ainda é responsável pela guarda de 65 presos em Porecatu e 25 em Centenário. 

O delegado chefe da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Márcio Amaro, acrescenta que fica difícil realizar um trabalho eficiente sem conhecer a realidade daquela comunidade. "Defendo que o delegado deve morar na comarca para que ele possa conhecer e se envolver com os problemas locais. O que acontece hoje é um distanciamento entre a autoridade policial e os moradores", apontou. 

Para Riad Farhat, a rotina de trabalho em várias cidades desgasta o profissional e diminuiu o rendimento. "Isso não é bom nem para a população nem para instituição. Um excelente delegado acaba sendo mal visto pela sociedade, pelo Ministério Público e pelo Judiciário", frisou.