domingo, 14 de dezembro de 2014

APOSENTADOS TÊM QUE PROVAR VIDA ATÉ 31 DE DEZEMBRO

BONDE






Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional  do Seguro Social (INSS) têm até o dia 30 de dezembro – os bancos não funcionam no dia 31 – para comprovação de vida e a renovação da senha na rede bancária, caso contrário o benefício será suspenso. O alerta é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que pede às pessoas que evitem o procedimento na última hora.

A comprovação de vida deve ser feita na instituição em que o segurado recebe. É importante destacar que o procedimento é obrigatório e deve ocorrer anualmente, segundo comunicado da federação. A prova de vida é um importante procedimento no combate a fraudes e inconsistências no pagamento de benefícios. Após procedimento operacional de conferência e validação dos dados, o beneficiário recebe uma nova senha.

Os bancos garantem que estão alertando os clientes sobre o fim do prazo por meio de avisos impressos nos extratos bancários e mensagens que podem ser lidas nas telas do caixa eletrônico, no momento do saque do benefício.

O segurado ou pensionista deve levar um documento de identificação com foto, como a carteira de identidade, carteira de trabalho, Carteira Nacional de Habilitação, entre outros. Os bancos que têm tecnologia para fazer a identificação biométrica poderão utilizá-la.

Caso esteja impedido de ir à agência bancária, o beneficiário deve fazer a prova de vida por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS. Para se cadastrar, o procurador deverá comparecer a uma agência da Previdência Social e apresentar a procuração devidamente assinada.

O modelo da procuração pode ser encontrado no site do ministério. Outra opção é uma procuração registrada em cartório, se o beneficiário for não alfabetizado, informa o INSS. Além disso, é necessária a apresentação de atestado médico (emitido nos últimos 30 dias) que comprove a impossibilidade de locomoção do beneficiário ou atestado de vida emitido por autoridade consular, no caso de ausência por motivo de viagem ou de residência no exterior, além dos documentos de identificação do beneficiário e do procurador.

Na última sexta-feira (12), o Ministério da Previdência Social divulgou o calendário de pagamento dos benefícios em 2015, que pode ser consultado na página da Previdência Social na internet. Em janeiro de 2015, a folha de pagamento do INSS tem início no dia 26 de janeiro e término no dia 6 de fevereiro. Para saber o dia de pagamento, os beneficiários devem observar o último número do seu cartão de benefício, excluindo-se o dígito.

Rolândia: Obra do Hotel Rolândia está parada

14/12/2014 - 20 horas - Publiquei a duas semanas atrás fotos desta obra, neste mesmo ângulo. Comparando com as de hoje é possível ver que as obras estão paradas. O meu receio é que ladrões levem o que sobrou das madeiras originais. Fotos by José Carlos Farina

Rolândia: Oficina polui o meio ambiente ( ciclovia )

14/12/2014 - 20 HORAS - Esta é a segunda vez que denuncio. Atenção fiscais de meio ambiente!.. deem uma passada lá na ciclovia e autue esta empresa. Fica entre o Posto Yamada e a Estação. Ninguém pode contaminar assim o lençol freático. Trata-se de resíduo de lavagem de peças. Gasolina, óleo e graxa.  Se não derem conta chamem o IAP. TEXTO e  FOTO By JOSÉ CARLOS FARINA

Rolândia: Vagões mal vedados esparramam milho pela Ferrovia

14/12/2014 - 20 HORAS - Vejam que organização. Estou cansado de ver vagões esparramando milho, adubo e cimento ao longo da ferrovia. Quem agradece são os pássaros e ratos que aumentam dia a dia na região. TEXTO e FOTO By JOSÉ CARLOS FARINA

Rolândia: bueiro entupido na Rua Arthur Thomas

14/12/2014 - 20 horas - Próximo ao Supermercado Boa Compra. Foto by José carlos farina

Rolândia; Inauguração da Clinica do Rim conta com a presença de Beto Richa

tn jornal de apucarana

Agência Estadual de Notícias, em Tribuna do Norte

Foto: Ricardo Almeida/ANPr
O governador Beto Richa participou nesta quinta-feira (11) da inauguração da Clínica do Rim de Rolândia, no Norte do Estado. Construída pelos médicos Getúlio Amaral, Assako Mutsumi e João Soitiro Yokoyama, a clínica começa a funcionar em janeiro de 2015 e será referência no tratamento de doenças renais na região Norte do Paraná.
“O Governo do Estado tem total disposição em apoiar esta iniciativa, que oferece à população de Rolândia e dos municípios da região um espaço moderno e adequado e com uma equipe preparada para receber os pacientes com doenças renais”, disse o governador. 
O secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, ressaltou o interesse do Estado em credenciar a clínica para atendimento dos pacientes do SUS. “Nós vamos confirmar a demanda da região e trabalhar com relação às necessidades e oferta da própria clínica para discutir possível credenciamento”, disse ele. “É sempre importante ter serviços qualificados mais próximos de quem precisa, ainda mais nesta área, em que os pacientes que fazem hemodiálise ficam debilitados e não podem fazer grandes deslocamentos”, explicou o secretário. 
REFERÊNCIA – A clínica começou a ser construída em junho do ano passado em um terreno cedido pela prefeitura de Rolândia e pretende se tornar referência regional na área nefrológica. O local tem 2.500 metros quadrados de área construída e prevê o atendimento preferencial de pacientes do SUS para consultas e terapias como hemodiálise e para o encaminhamento para transplante renal na Santa Casa de Londrina, que é a unidade de apoio do complexo médico.
“Hoje, os pacientes são deslocados para Londrina, o que acaba gerando um desgaste maior para quem faz tratamento renal. Criamos um complexo médico ambulatorial visando atender a esses pacientes, que cobre toda a área nefrológica”, explicou Getúlio Amaral.
CENTRO MÉDICO - Além da clínica renal, também funcionarão no local o Centro Médico Norte do Paraná, que prestará atendimentos ambulatoriais em diversas especialidades, e o Centro de Diagnóstico Norte do Paraná, onde serão realizados exames complementares e procedimentos diagnósticos. Paralelamente, a clínica também prestará apoio à Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Rafael, de Rolândia. 
A capacidade de atendimento é de 320 pacientes renais por mês, com a possibilidade de fazer uma média de 3.600 sessões mensais de hemodiálise, além de cerca de 300 consultas na área de nefrologia. 
PRESENÇAS – Participaram da inauguração o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Durval Amaral; os deputados estaduais Tião Medeiros e Alexandre Curi; e os prefeitos de Rolândia, Johnny Lehmann, de Bela Vista do Paraíso, João Monza; de Sertanópolis, Aleocídio Balzanelo; de Centenário do Sul, Luiz Nicácio; de Miraselva, João Ferrer; de Pitangueiras, Antonio Edson; de Prado Ferreira, Silvio Damasceno; e de Cafeara, Ocimar Sperandio, além de profissionais da área da saúde.

Rolândia: Infração ambiental


Bom agora se não bastasse o jardim Vale verde virou lixão. .. Estava mega feliz pq a prefeitura notificou os donos das datas para capinar elas deixando o bairro mais limpo.... Ai vem um FDM corta seu pinheiro e joga nas datas vazias gerando mais entulho... Eu moro nessa rua... Pq não deixou no próprio quintal ou é tão muquirana que não pode pagar uma caçamba. Só que eu vou descobrir de quem e esse pinheiro pois vou olhar nas câmeras e quando a pessoa acordar vai estar com o pinheiro na porta da casa...e se eu não localizar. Vou dar uma volta no alto da boa vista e vila operaria pois são poucas casas que tem pinheiros.....ESTHER FRIGO

O SURGIMENTO DE ROLÂNDIA ( 1936 )



 
Em 1936, data provável da foto, Rolândia praticamente consistia da Estação de Trens,  o armazém geral da Cia. São Paulo / Paraná e uma "meia dúzia" de casas de madeira. No rumo oeste apenas a mata... Arapongas ainda não tinha surgido. Este trem era o elo de ligação da cidade surgindo no meio da floresta e bichos e São Paulo, a grande capital do Brasil. Chovesse ou fizesse sol este trem chegava e partia todo o dia. Trazendo sonhos... vidas... e levando as nossas riquezas... o fruto do trabalho dos heróis pioneiros. Devemos tudo aos ingleses e aos pioneiros destemidos, fortes e corajosos. A nossa gratidão eterna. Deus abençoe Rolândia e o norte do Paraná. Terra de valentes... de gente trabalhadora e honrada. JOSÉ CARLOS FARINA

NOTA DE FALECIMENTO ROLÂNDIA 14/12/2014

FUNERÁRIA BOM PASTOR INFORMA
O FALECIMENTO DE:

KATIA DA SAKURA PRESENTES, 36 ANOS

VELÓRIO: IGREJA IPI
SEPULTAMENTO: 14 HORAS
OS NOSSOS SENTIMENTOS DE PESAR À FAMÍLIA

Mais uma árvore abatida em Rolândia... Socorro!.....

Já começa os cortes de árvores em a Rolândia?  Sabine administrando a cidade.... Ambientalistas cadê vcs? Benedito Silva Junior

COMENTÁRIO: Domingo passado fotografei e publiquei mais um corte de árvore na Av. Ailton Rodrigues Alves. Queremos que a Secretaria do Meio Ambiente  responda o que está acontecendo. Temos que imitar o exemplo de Maringá. Plantar sim... cortar Nunca.  JOSÉ CARLOS FARINA


Manuela Zafalon Pennacchi de Arapongas ( Relações internacionais )

THIAGO NASSIF - foto Milton Takeda - FOLHA DE LONDRINA



Natural de Arapongas, Manuela Zafalon Pennacchi atualmente reside em Curitiba, onde trabalha e cursa Relações Internacionais. Em meio à sessão de fotos com Milton Takeda, a beldade, de 21 anos, adiantou seus projetos. "Termino a faculdade em agosto do próximo ano e não vejo a hora de atuar em minha área de formação, em Londrina e região, e de estar mais próxima da família"

Governo não fiscaliza concessionárias do Pedágio no Paraná

FOLHA DE LONDRINA

INFRAESTRUTURA - Um quarto das rodovias pedagiadas no Paraná é regular ou ruim

Pesquisa da CNT mostra que pedágio caro não garante qualidade em todos os trechos privatizados

Trecho entre Arapongas e Mandaguari, sob responsabilidade da Viapar, recebeu avaliação negativa na pesquisa
Fotos: Anderson Coelho
"Por ser pedagiada, essa rodovia deveria ser lisinha e não é", diz o caminhoneiro João Batista Lacerda
José Florentino, caminhoneiro de Arapongas, só reclama do preço do pedágio: "um absurdo"
O engenheiro de automação Ademir Santos: "Eu não daria nem ‘regular’ porque não merece"
Apesar das elevadas tarifas de pedágio pagas pelos usuários paranaenses, um quarto da malha rodoviária privatizada no Estado é "regular" ou "ruim". Na edição 2014 da Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT), dos 2.738 quilômetros concedidos, só 763 (28%) receberam nota "ótimo" e 1.294 (47%) foram considerados "bons". Os trechos "regulares" totalizam 646 quilômetros (23,6%) e os "ruins", 35 quilômetros (1,3%). Só para se ter uma ideia, em São Paulo, os trechos concedidos avaliados com notas "ótimo" e "bom" chegam a 94,4% do total. Só 5,1% são "regulares" e 0,5%, "ruins".

Um carro de passeio que sai de Londrina em direção a Maringá, numa viagem de 100 quilômetros, paga R$ 6,80 na praça de Arapongas e mais R$ 6,80 na de Mandaguari, ambas sob responsabilidade da Viapar. O motorista desembolsa R$ 13,60, só de ida, para trafegar em trechos tidos como "regulares" pela CNT.

Para o caminhoneiro João Batista Lacerda, de 53 anos, de Uberaba (MG), a rodovia nem chega a ser "regular", se considerado o valor do pedágio. Dirigindo um veículo com cinco eixos, ele deixou R$ 29 só na praça de Arapongas na última segunda-feira . "Por ser pedagiada, essa rodovia deveria ser lisinha e não é", afirma. Na opinião dele, estrada boa é a paulista Anhanguera. "Para qualidade que tem aqui, o pedágio está muito caro", avalia.

Outras rodovias pedagiadas apresentam longos trechos classificados como "regulares". Uma delas é a BR-376. Entre Mauá da Serra e Ponta Grossa (170 quilômetros), o usuário de carro de passeio gasta R$ 28,50, em três praças da Econorte, sem passar por nenhum pedaço avaliado como "bom" ou "ótimo".

Em todo o anel de integração estadual, formado pelas rodovias privatizadas  em 1997 pelo então governador Jaime Lerner, apenas dois trechos são "ótimos". O primeiro fica na BR-369, entre Maringá e Cascavel, sob responsabilidade da Viapar. São 250 quilômetros, onde se paga no total R$ 29,30 (três praças). O segundo, de apenas 70 quilômetros, está na BR-373 e na PR-151, entre Ponta Grossa e Piraí do Sul. Na via, paga-se um total de R$ 14,90 em duas praças da Rodonorte.

Também recebeu nota "ótimo" o trecho da BR-116, entre São José dos Pinhais e Rio Negro, concedido pela União em 2008. Ali, o pedágio é mais barato. Num trecho de 110 quilômetros, o motorista de carro de passeio paga R$ 7,60, em duas praças da Autopista Planalto Sul.

Avaliação

A reportagem circulou na semana passada pelo trecho da PR-444, entre Arapongas e Mandaguari, para saber o que os motoristas pensam sobre a rodovia classificada como "regular". Os que circulam apenas na região são mais generosos na avaliação. Já quem entra no Estado, passando antes por São Paulo, é mais crítico.

José Florentino, de 54, caminhoneiro de Arapongas, só reclama do preço do pedágio: "um absurdo". Com seu truck carregado de boi, ele pagou R$ 19,50 na praça localizada no município. "Se não fosse a tarifa, eu dava 'ótimo' para a estrada", afirma.

O engenheiro de automação Ademir de Souza Santos, de 39, não concorda com   Florentino. Morador de Goiânia, ele estava no trecho da Viapar a trabalho. "A relação custo/benefício desta estrada é onerosa para os usuários. Eu não daria nota 'regular' porque nem isso merece. O pedágio aqui é muito caro. A qualidade das estradas pedagiadas de São Paulo é muito superior à das do Paraná", afirma.

Já o caminhoneiro Cleiton Stevanato Tourino, de 29, de Mandaguari, considera o trecho "excelente". "Estou bem satisfeito. Não tenho do que reclamar", declara. 

COMENTÁRIO DO BLOG DO FARINA: Uma concessionária aí pegou o trecho de Arapongas a Maringá, prontinho, com pista dupla, e não poderia cobrar o preço que cobra por uma obra feita com os recursos 100% do povo paranaense. É a maior mina de ouro que se tem notícia no mundo. Com uma mamata assim eles deveriam cobrar não mais que R$ 1,00 real por carro e R$ 5,00 por caminhão. E afinal, quanto eles faturam em média por dia e quanto gastam? alguém do governo poderia informar aqui para o Blog do Farina, que de bobo só tem a cara e o jeito de andar? Perguntar não ofende. E olha que eu tenho uma tia em Arapongas e já deixei uma grana "pega" nos cofres desta empresa. Quem paga pode cobrar prestação de contas.