segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

JÁ SÃO 125 MORTOS NOS PRESÍDIOS BRASILEIROS

É o terceiro massacre em 15 dias no sistema prisional falido deixado pelo PT.
Mais uma rebelião causada por uma guerra de facções criminosas elevou o numero de mortos em presídios para 125 este ano. Dessa vez, os detentos…
JORNALIVRE.COM.

EVALDO ULINSKI DISSE QUE NÃO ACEITOU DAR GOLPE NA CAIXA



Ex-dono da Big Frango conta como foi convidado para dar um golpe na Caixa Econômica

16/01/2017, 16:21 Sr. Paçoca PAÇOCA COM CEBOLA
Ulinski com a ex- Valdirene Marchiori

Se tem um cara nesse norte do Paraná que volta e meia é citado em algum rolo – seja sentimental ou empresarial – esse cara é o empresário Evaldo Ulinski, ex-dono da Big Frango.

Agora o cidadão é citado na Operação Cui Bono? E conta como foi abordado para um golpe na Caixa Econômica:


do Estado de São Paulo

O empresário Evaldo Ulinski, ex-dono do Big Frango, uma das empresas investigadas na Operação Cui Bono?, disse em duas entrevistas ao Estado que Lúcio Bolonha Funaro e operadores dele lhe ofereceram um empréstimo de R$ 100 milhões na Caixa Econômica Federal, com condições especiais. Cobrariam 10% sobre do valor do financiamento, a título de comissão, para facilitar a liberação dos recursos. Mas havia outra opção. Se o empresário aceitasse dar uma comissão maior, de 30%, não pagaria o empréstimo. “Era 10% para você pagar e 30% para nunca mais precisar pagar. As palavras deles”, disse Ulinski ao Estado.

A história contada por Ulinski traz detalhes de como eram os bastidores de um esquema que previa a liberação de financiamentos irregulares na Caixa em troca de propinas, o alvo central da Operação Cui Bono?, deflagrada na sexta-feira.

Segundo o Ministério Público e a Polícia Federal, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima – ex-ministro do atual governo de Michel Temer –, além de Funaro, operaram um esquema de fraudes na liberação de créditos da Caixa, que teria ocorrido pelo menos entre os anos de 2011 e 2013. Neste período Geddel era vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco estatal, área que libera financiamentos para empresas.

Ulinski recebeu uma proposta para ter crédito na Caixa e foi ao escritório de Funaro. Contou que chegou a assinar um documento manifestando interesse em contratar Funaro para intermediar o crédito e feito cadastro na Caixa. Ele disse que as condições apresentadas eram tentadoras: “Preço bom, prazo bom, dez anos, 12 anos”, lembrou. “Conseguiria o empréstimo com custos baixíssimos. Eu não me recordo a que juros.”

As tratativas, porém, não teriam avançado. “Naquele momento, eu até aceitaria, porém, tendo mais informações, desisti. Com mais conversa, eu vi que eu ia ter problemas no futuro.”

O risco, para Ulinski, estava em dois detalhes: “A Caixa queria garantia. Eu tinha garantia para dar. Agora, desculpe, mas 10% de comissão é extorsão. Não é verdade? E pior que isso. A proposta do Lúcio Funaro era o seguinte: te arrumo R$ 100 milhões com 10% para pagar e 30% para nunca mais precisar pagar. Como pode? Eu dar uma garantia e não pagar? Caí fora”.

Ulinski afirmou não saber como se davam as tratativas internamente na Caixa: “Eu não estou acusando a Caixa Econômica. Eu nunca falei com ninguém da Caixa.”

De acordo com o relatório do Ministério Público Federal que embasou a operação Cui Bono?, é preciso ainda apurar melhor os fatos em relação à liberação de créditos à empresa Big Frango. O documento afirma que “Geddel teria se referido à localidade da agência bancária da Big Franco sem fornecer muitos detalhes na mensagem”.

Nas entrevistas, Ulinski disse que conheceu Funaro por intermédio de terceiros. Alexandre Genta, na época seu genro e também advogado da Big Frango, havia feito faculdade em Londrina com Alexandre Margotto, que trabalhava com Funaro. Para Ulinski, Margotto afirmava que o chefe tinha acesso à Caixa. “O funcionário dele disse que ele (Funaro) consegue muita coisa na Caixa, é muito bem relacionado lá, ele manda lá dentro. É o manda chuva lá dentro. Se é mesmo, não sei”, afirmou.

Segundo Ulinski, os operadores de Funaro falavam que ele fazia esse tipo de empréstimo para outras empresas. “Dizem que ele tinha muito acesso (na Caixa) e conseguia muita coisa politicamente.” Mensagens entre Geddel Cunha e Funaro sustentam essa versão de que havia um esquema de fraudes nos empréstimos da Caixa para empresas. Boa parte das citadas na Operação Cui Bono? tinham negócios direto com Funaro.

É caso da própria Big Frango. Em nome de Ulinski, Funaro apresentou a empresa para potenciais compradores e ela foi adquirida pela JBS, maior empresa do mundo no setor de carnes, que é controlada pela J&F. Funaro conhece os donos da JBS, a família Batista. Chegou a negociar um imóvel de luxo com Joesley Batista. Mensagens trocadas entre Geddel, Cunha e Funaro mostram que eles favoreceram a liberação de recursos da Caixa para a J&F.

O mesmo teria ocorrido em relação ao grupo Bertin, que atua em vários setores. Cunha pede a Geddel: “Precisa ver no assunto da Bertin a carta de conforto1 com os termos que necessita”. Funaro é amigo e foi consultor dos Bertin.

Outra empresa citada pelo Ministério Público foi a Marfrig, também do setor de carnes. Em conversa por SMS sobre a Marfrig, Geddel disse a Cunha: “voto sai hj’. No outro dia, o ex-ministro envia informações sobre a aprovações do crédito. Os investigadores apuraram que, após essa conversa, Marfrig depositou R$ 469,5 mil para uma empresa de Funaro, a Vizcaya.

Contexto. Ulinski concedeu duas entrevistas ao Estado sobre a oferta de empréstimo na Caixa. Na primeira, em 2014, havia se indisposto com Funaro sobre a comissão da venda do Big Frango. Na segunda, em setembro de 2016, Funaro já havia sido preso. Ulinski confirmou todos detalhes do esquema, mas fez acusações mais fortes ao ex-genro, Genta.

A reportagem tentou contato com Genta, que não respondeu às ligações. Também tentou falar com Margotto, por intermédio de amigos e familiares, sem obter resposta. O advogado de Funaro, Fernando Guimarães, disse que não tinha como responder às questões, pois só vai falar com seu cliente nesta semana. A defesa de Geddel afirmou na sexta-feira que as investigações fazem “ilações e meras suposições não comprovadas”.

A J&F declarou que “nunca procurou os políticos para pedir facilidade ou intermediação em quaisquer de suas operações financeiras”. A JBS, por sua vez, declarou que “todas as suas atividades são realizadas dentro da legalidade.” A Marfrig, em nota, afirmou que suas operações com a Caixa não tiveram “qualquer tipo de privilégio”. Bertin não respondeu até a conclusão desta edição. A Caixa informou que colabora com as investigações.

CHUVA EM ROLÂNDIA AGORA

FOTO By JOSÉ CARLOS FARINA


NOTÍCIAS DE ROLÂNDIA 16/01/17

assessoria

NOVO HOSPITAL




O Prefeito Dr. Francisconi selou a vinda de uma unidade do Hospital Oftalmológico de Londrina (HOFTALON) Centro de Estudo e Pesquisa da Visão para Rolândia. O Hoftalon é filantrópico e referência internacional no tratamento e cura das doenças da visão. A unidade fez 15 mil cirurgias em 2016, sendo 80% delas pelo SUS. Mensalmente, o Hoftalon realiza mais de oito mil exames especializados de diagnóstico totalizando cerca de 100 mil exames anuais. O atendimento de consultas oftalmológicas pelo Sistema Único de Saúde é prestado ao paciente mediante a apresentação de guia de consulta fornecida pela rede de serviços de saúde das 17ª, 18ª e 22ª Regionais de Saúde do Estado do Paraná e nos casos de urgência/emergência os encaminhados pela 16ª e 19ª Regionais. Idealizado pelos médicos Dr. Nobuaqui Hasegawa e Ana Regina Sato, hoje conta com 100 funcionários e corpo clínico com mais de 130 médicos, sendo a instituição que congrega o maior número de oftalmologistas no Brasil. Além de hospital, o grupo oferta Residência Médica de ensino de pós-graduação Lato Sensu, destinada a médicos, sob a forma de Cursos de Especialização, caracterizada por treinamento em serviços, sob a orientação do Corpo Clínico do HOFTALON e organizado de acordo com e regulamento do Corpo Clínico, Comissão Nacional de Residência Médica e pelo Regulamento do Curso. Em Rolândia, a unidade aguarda a doação de um terreno que está em pauta na Câmara Municipal de 28 mil metros quadrados que fica ao lado no Museu Japonês, no Jardim Kasatu Maru. A unidade Rolândia do Hospital deverá ter construído, dentro de dois anos, uma estrutura de quatro mil metros quadrados e deve gerar cerca de 100 empregos diretos. Na foto, o Prefeito Dr. Francisconi, a ex-Vereadora Sabine Giesen, que muito contribui no processo da chegada da unidade, e a Direção do Hospital. Da Assessoria. 

CALENDÁRIO ADMINISTRATIVO


O Decreto 8427, assinado pelo Prefeito Dr. Francisconi institui o Calendário Administrativo Oficial para o ano de 2017. 


PREVIDÊNCIA



Na tarde desta quinta-feira dia 12, o Comitê de Investimento do Rolândia Previdência (COMIN) realizou a 1ª reunião ordinária do ano de 2017. O COMIN inicia os trabalhos com os servidores, Carlos Gulzow na Presidência e Anderson Franzão na Vice-Presidência, eleitos pelos membros do COMIN com mandato até 2018 e com a aprovação do Regimento Interno do COMIN, publicado por Resolução no Diário Oficial dos Municípios do Paraná no dia 03/01/17 e disponível aos servidores. O Comitê do Rolândia Previdência acompanha diariamente a rentabilidade dos Fundos de Investimentos, o cenário econômico interno e externo e as expectativas do mercado de investimentos, analisando e avaliando as melhores oportunidades para aplicar os recursos previdenciários do Rolândia Previdência que nesta data somam aproximadamente R$ 57.113.829,79. Estão aplicados em Fundos de Investimento de Renda Fixa nos Agências do Bando do Brasil e Caixa Econômica Federal. “Comparando este saldo com o que tínhamos há uma ano, tivemos um aumento de aproximadamente 50%” ressalta a Presidente do Rolândia Previdência Eluiza Messiano Bettega. Esse crescimento é uma conquista e resulta dos repasses mensais efetuados pela Prefeitura Municipal através da Contribuição Previdenciária Patronal e Aporte e do repasse mensal da Contribuição previdenciária do servidor aliada com a Gestão profissional do COMIN que ao fazer as aplicações de todos esses recursos de forma diversificada garantem uma rentabilidade que até supera a meta atuarial. “Juntamente com o COMIN temos realizado as aplicações unindo a proteção do patrimônio com a busca de rentabilidade positiva para que o futuro do servidor público municipal fique garantido” finaliza a Presidente. Da Assessoria. 

EMPREGOS





A Agência do Trabalhador/SINE Rolândia atende das 8h às 14h, de segunda à sexta. O SINE Rolândia fica na Avenida dos Expedicionários 604, Centro. O telefone é 3255-1118. Vagas para: 

COSTUREIRA DE ESTOFADOS

PORTEIRO

TAPECEIRO DE ESTOFADOS

TRABALHADOR RURAL

-- 

Secretaria de Comunicação 
Prefeitura de Rolândia

GASOLINA DE ROLÂNDIA MUITO CARA

ERIC FERNANDES SILVA ( BRUNA CELIBERTO ).


Sempre me perguntei, por que a gasolina é tão cara em Rolândia? Será que  que tem cartel aqui?  por isso resolvi compartilhar essa foto do posto paizão, gasolina a R$ 3,49. Vale a pena ir até Cambé, só a sensação de não dar o  gosto a roubalheira dá nossa cidade já vale a pena. Posto Paizão. - Cambé.

COMENTÁRIO:

Peço à Promotoria local que investigue. FARINA


MAIS COMENTÁRIOS:
Em Cambé Makro R$ 3,59 (passei lá hj) Mufatto Cambé R$ 3,59, Paizão R$ 3,49.... Nem citei Londrina rs.. ROBSON NEVES



Meu marido sempre abastece ai. Romilda.

VÍDEO DE JOSÉ CARLOS FARINA RECEBE ELOGIO DE SHEILA MELO



SHEILA MELO

COMENTÁRIO EM CASA ABANDONADA 31. (YOUTUBE )

José Carlos estou apaixonada pelos seus vídeos. que magnífico!...  como o nosso Brasil é rico em história né? pena que os nossos governantes não valorizam essas casas históricas...  e com o tempo tudo vai se perdendo. parabéns mais uma vez. Me inscrevi no seu canal.

RESPOSTA:
Fico feliz que tenha gostado. Fico honrado tbm com o elogio. Deus abençoe vc. FARINA

CASA CASAS LOCAÇÃO ALUGA-SE ALUGA ALUGAMOS ( ALUGUEL ) EM ROLÂNDIA - PR.

02/02/2017

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JOSÉ CARLOS FARINA É HOMENAGEADO NO RIO GRANDE DO SUL

FUGA DE PRESOS NO PARANÁ

GASOLINA EM ROLÂNDIA MUITO CARA

No Facebook postaram. A gasolina de Rolândia é a mais cara. Por que? o que está havendo. O povo precisa se unir e postar onde é mais barato. Eu abasteci no posto localizado no antigo Costelão. E você? deixe a sua mensagem.

COMENTÁRIO:

Em Cambé Makro R$ 3,59 (passei lá hj) Mufatto Cambé R$ 3,59, Paizão R$ 3,49.... Nem citei Londrina rs.. ROBSON NEVES