JOSÉ CARLOS FARINA, BLOGUEIRO E YOUTUBER

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

VÍDEO - INCÊNDIO EM SANTA MARIA - CENAS DO COMBATE AO INCÊNDIO

JOHNNY JONI LEHMANN DE ROLÂNDIA SERÁ JULGADO EM FEVEREIRO NO TRE

O chefe do Cartório eleitoral de Rolândia acabou de conceder entrevista afirmando que o julgamento de Johnny Joni Lehmann ficou para fevereiro. Se o Tribunal manter a sentença do Juiz Alberto Ludovico haverá nova eleição podendo todos os partidos existentes lançarem candidatos. Os atuais vereadores poderão tbm se licenciarem e concorrerem. Se perderem voltam aos seus cargos. TEXTO de JOSÉ C. FARINA

INCÊNDIO EM SANTA MARIA - BOMBEIROS ENCONTRARAM BARREIRA DE CORPOS

Deivid Dutra / A RazãoSoldados encontraram barreira de corpos em boate

Agência Estado
Ao entrarem na boate Kiss, em Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, para socorrer as vítimas de incêndio ocorrido na madrugada de hoje, os bombeiros se depararam com uma barreira de corpos. "Os soldados tiveram que abrir caminho no meio dos corpos para tentar chegar às pessoas que ainda estavam agonizando", descreveu o comandante geral do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo. 

Segundo ele, o alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012. 


Neste domingo, as equipes de apoio que estão atendendo os familiares solicitam a doação de água, papel higiênico, luvas cirúrgicas, máscaras e álcool em gel. Além disso, solicitam o apoio de ambulâncias particulares para auxiliar na remoção de quem passa mal. 

Uma testemunha, em entrevista a uma rádio, afirmou que o fogo começou em um show pirotécnico da banda. Uma faísca teria pegado no teto e o fogo começou a se espalhar. O vocalista da banda pegou um extintor de incêndio, mas o equipamento não funcionou.

VELÓRIO PAROU SANTA MARIA - CIDADE EM LÁGRIMAS

FOTO YAHOO.NOTÍCIAS

Três pessoas são presas por incêndio em boate de Santa Maria


Foram detidos dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira e um dos sócios da casa noturna

SÉRGIO)
Técnicos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) chegaram ao local por volta das 7h30m Foto: Félix Zucco / Agência RBS
Técnicos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) chegaram ao local por volta das 7h30mFélix Zucco / Agência RBS
SANTA MARIA — A polícia prendeu três pessoas pelo incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Foram presos dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira e um dos sócios da casa norturna, que está intenado. O delegado regional Marcelo Arigony, no entanto, não quis revelar o nome dos detidos. Quatro mandados de prisão provisória foram expedidos. Uma pessoa está sendo procurada.
Desde o fim da tarde de domingo, o Ministério Público havia informado que estudava pedir a prisão dos donos da boate, de integrantes da banda Gurizada Fandangueira e de outros envolvidos no episódio. No entanto, mais cedo, o delegado Marcelo Arigony havia afirmado que seria prematuro pedir a prisão de quem quer que seja antes de concluir qualquer tipo de perícia.
- Pedido de prisão, neste momento, é temerário e prematuro. Não estamos investigando pessoas, estamos investigando fatos. Eventual responsabilização de pessoas virá se for necessário, depois da comprovação dos fatos - disse o delegado.








































ELIANE REAL DE ROLÂNDIA É 3ª EM APUCARANA - PR.


Depois de tantos anos volto a correr a XXVIII de Janeiro em Apucarana. Correr já é um dos meu maiores prazeres mas subir ao pódium conseguindo a 3ª colocaçao no 5km na categoria geral foi uma emoçao sem palavras..Só mesmo agradecendo a Deus por tudo que tem feito em minha vida.....

ROLANDENSE ESCAPA POR POUCO DO INCÊNDIO EM SANTA MARIA - RS


ROLANDENSE ESTAVA NO INCÊNDIO DA BOATE EM SANTA MARIA - RS

Deivid Dutra/AEFOLHA DE LONDRINA

Paranaense escapa da morte em boate

Professor que estava na casa noturna que pegou fogo em Santa Maria (RS) fala sobre o desespero no local e a perda de amigos e alunos
Incêndio deixou ao menos 233 mortos, a maioria vítima de inalação de fumaça tóxica
Yuri Weber/AE
Policial lê a lista com nomes das vítimas diante de uma população apreensiva; município decretou luto de 30 dias
Vinicius Costa/AE
Familiares tiveram que ir ao ginásio esportivo identificar os corpos; local abrigaria ainda um velório coletivo
Londrina - Por muito pouco o professor universitário Jaime Freiberger Junior, natural da cidade de Rolândia, que leciona há quatro anos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), não foi mais uma vítima da tragédia do incêndio na boate Kiss, que deixou ao menos 233 pessoas mortas e mais de cem feridos. Ainda muito abalado, ele contou à reportagem como foram os momentos que desespero e tumulto no local. "Estava já bem próximo à saída me despedindo de alguns amigos para, então, pagar a conta. De repente, percebi um tumulto vindo em nossa direção. Inicialmente, achei que fosse uma briga. Minutos depois, porém, junto com a correria, veio uma fumaça muito forte", lembra. 


Segundo Junior, foi tudo muito rápido e não deu tempo de pensar em nada; apenas tentar sair do local. "Havia somente uma porta de saída, que era a mesma de entrada. As pessoas estavam em pânico e tentavam se abrigar em locais como nos banheiros." 


Já do lado de fora, o professor viu muitos jovens em desespero e alguns no chão, desmaiados, já que a fumaça se alastrou até a rua. "Também senti um pouco de tontura, pois inalei fumaça. Queria ir embora dali, mas o estacionamento estava tomado de gente. Comecei, portanto, a procurar meus amigos, já que nos perdemos no momento da correria." Enquanto isso, tentava ajudar os feridos pegando água para colocar na boca de quem havia se intoxicado ou estava inconsciente. 


Foram mais de três horas correndo de um lado para outro, até que o Corpo de Bombeiros isolou a área e pediu o afastamento da população. "Durante esse tempo levamos algumas pessoas ao hospital. As ambulâncias que chegavam não eram suficientes para todos que precisavam de ajuda." 


Uma das notícias mais tristes veio em seguida, com a morte confirmada de um de seus colegas de república que não conseguiu sair, juntamente com a namorada. "Somos em quatro na casa e todos estávamos lá. Infelizmente, ele não conseguiu escapar", lamenta. Além do amigo, conforme Junior, dezenas de alunos também morreram no incêndio. "Era uma festa que eles sempre costumam promover para arrecadar dinheiro para a formatura. A boate estava lotada de alunos dos cursos que leciono, como Agronomia e Engenharia Civil", revela, referindo-se à festa "Agromerados", de alunos de seis cursos técnicos e superiores da UFSM. 


Tragédia



Testemunhas afirmaram que o fogo começou durante show pirotécnico quando uma banda se apresentava na boate. O material de isolamento acústico do prédio - feito de espuma - incendiou-se e a fumaça intoxicou as vítimas. 


Conforme o Corpo de Bombeiros, as vítimas morreram devido à inalação de fumaça. "O isopor gera uma fumaça muito tóxica. As pessoas entraram em pânico e acabaram pisoteando umas às outras", afirmou o comandante geral dos Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo. 


Conforme um segurança que trabalhava na boate no momento do incêndio, entre mil e duas mil pessoas deveriam estar no local durante o incidente, a maioria jovens estudantes. Um caminhão precisou realizar quatro viagens para retirar os corpos do local e levá-los até um ginásio esportivo, local onde seriam feitas as identificações e um velório coletivo. 


O alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral. 


A prefeitura de Santa Maria decretou luto oficial de 30 dias, e o governo do Estado anunciou luto de sete dias. A rodada deste domingo do campeonato gaúcho de futebol também foi cancelada. (com Agência Estado)

Marian Trigueiros
Reportagem Local

ROLANDENSE ESTAVA NO INCÊNDIO DA BOATE EM SANTA MARIA - RS

Deivid Dutra/AEFOLHA DE LONDRINA

Paranaense escapa da morte em boate

Professor que estava na casa noturna que pegou fogo em Santa Maria (RS) fala sobre o desespero no local e a perda de amigos e alunos
Incêndio deixou ao menos 233 mortos, a maioria vítima de inalação de fumaça tóxica
Yuri Weber/AE
Policial lê a lista com nomes das vítimas diante de uma população apreensiva; município decretou luto de 30 dias
Vinicius Costa/AE
Familiares tiveram que ir ao ginásio esportivo identificar os corpos; local abrigaria ainda um velório coletivo
Londrina - Por muito pouco o professor universitário Jaime Freiberger Junior, natural da cidade de Rolândia, que leciona há quatro anos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), não foi mais uma vítima da tragédia do incêndio na boate Kiss, que deixou ao menos 233 pessoas mortas e mais de cem feridos. Ainda muito abalado, ele contou à reportagem como foram os momentos que desespero e tumulto no local. "Estava já bem próximo à saída me despedindo de alguns amigos para, então, pagar a conta. De repente, percebi um tumulto vindo em nossa direção. Inicialmente, achei que fosse uma briga. Minutos depois, porém, junto com a correria, veio uma fumaça muito forte", lembra. 


Segundo Junior, foi tudo muito rápido e não deu tempo de pensar em nada; apenas tentar sair do local. "Havia somente uma porta de saída, que era a mesma de entrada. As pessoas estavam em pânico e tentavam se abrigar em locais como nos banheiros." 


Já do lado de fora, o professor viu muitos jovens em desespero e alguns no chão, desmaiados, já que a fumaça se alastrou até a rua. "Também senti um pouco de tontura, pois inalei fumaça. Queria ir embora dali, mas o estacionamento estava tomado de gente. Comecei, portanto, a procurar meus amigos, já que nos perdemos no momento da correria." Enquanto isso, tentava ajudar os feridos pegando água para colocar na boca de quem havia se intoxicado ou estava inconsciente. 


Foram mais de três horas correndo de um lado para outro, até que o Corpo de Bombeiros isolou a área e pediu o afastamento da população. "Durante esse tempo levamos algumas pessoas ao hospital. As ambulâncias que chegavam não eram suficientes para todos que precisavam de ajuda." 


Uma das notícias mais tristes veio em seguida, com a morte confirmada de um de seus colegas de república que não conseguiu sair, juntamente com a namorada. "Somos em quatro na casa e todos estávamos lá. Infelizmente, ele não conseguiu escapar", lamenta. Além do amigo, conforme Junior, dezenas de alunos também morreram no incêndio. "Era uma festa que eles sempre costumam promover para arrecadar dinheiro para a formatura. A boate estava lotada de alunos dos cursos que leciono, como Agronomia e Engenharia Civil", revela, referindo-se à festa "Agromerados", de alunos de seis cursos técnicos e superiores da UFSM. 


Tragédia



Testemunhas afirmaram que o fogo começou durante show pirotécnico quando uma banda se apresentava na boate. O material de isolamento acústico do prédio - feito de espuma - incendiou-se e a fumaça intoxicou as vítimas. 


Conforme o Corpo de Bombeiros, as vítimas morreram devido à inalação de fumaça. "O isopor gera uma fumaça muito tóxica. As pessoas entraram em pânico e acabaram pisoteando umas às outras", afirmou o comandante geral dos Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo. 


Conforme um segurança que trabalhava na boate no momento do incêndio, entre mil e duas mil pessoas deveriam estar no local durante o incidente, a maioria jovens estudantes. Um caminhão precisou realizar quatro viagens para retirar os corpos do local e levá-los até um ginásio esportivo, local onde seriam feitas as identificações e um velório coletivo. 


O alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral. 


A prefeitura de Santa Maria decretou luto oficial de 30 dias, e o governo do Estado anunciou luto de sete dias. A rodada deste domingo do campeonato gaúcho de futebol também foi cancelada. (com Agência Estado)

Marian Trigueiros
Reportagem Local

NACIONAL DE ROLÂNDIA NOVA VÍTIMA DO LEC TUBARÃO LONDRINA

Olga LeiriaFOLHA DE LONDRINA

Início Arrasador - LEC goleia mais um

Time de Tencati não toma conhecimento do Nacional e mantém liderança isolada
Artilheiro da competição, Celsinho assistiu de camarote o gol de Alexandre Oliveira, que fechou o placar



O Londrina segue implacável neste começo de Campeonato Paranaense. Ontem, o Tubarão fez mais uma vítima. O goleado da vez foi o Nacional, que apanhou de 4 a 0 no Estádio do Café. São três goleadas em três jogos e a liderança isolada do Estadual com 9 pontos. Mais do que os gols, o bom futebol e a liderança, o time alviceleste prova a cada partida que está mesmo pronto para levar essa disputa pelo título às ultimas consequências. 

Paciência para furar as barreiras adversárias, ofensividade e equilíbrio durante toda a partida são as marcas registradas deste Tubarão. Ontem não foi diferente. O time soube suportar uma pressão inicial do NAC, teve paciência para abrir o placar, matou o jogo quando teve chance, e manteve o equilíbrio físico, técnico e psicológico durante toda a partida, como fez nas duas rodadas anteriores. 

"É um time que mantém o equilíbrio ao longo dos 90 minutos e os adversários não conseguem fazer isso contra o Londrina. É a parte fundamental nossa", apontou o técnico Cláudio Tencati. 

O treinador mandou duas caras novas ao jogo. Dirceu entrou na defesa na vaga do machucado Rogério. Em busca de mais apoio pela direita, ele trocou o lateral Régis por Raul. E foi por este setor que saíram as principais jogadas o time no primeiro tempo, tanto com o estreante como com o atacante Wéverton. 

O técnico Carlos Nunes, do NAC, colocou o volante Cézar para marcar o meia Celsinho individualmente. Assim, Wéverton era quem mais aparecia e foi um dos melhores do time no jogo. O garoto teve duas boas chances, mas não conseguiu abrir o placar. No entanto, iniciou a jogada que terminou no primeiro gol alviceleste. 

Eram 34 minutos quando ele pegou a bola na defesa e achou Bruno livre. O volante arrancou e viu Celsinho invadindo a área sem ser acompanhado pelo marcador que vinha sendo sua sombra no jogo. O camisa 10 foi acionado e saiu na cara do goleiro Vinícius. Em vez de concluir o lance, serviu Neílson, que tocou para o gol aberto. 

Aos 45 minutos veio a pintura da estrela alviceleste. Com um toque de primeira, Raul lançou Celsinho. Ele ganhou do marcador e deu um tapinha por cima de Vinícius: 2 a 0 Londrina. 

Veio o segundo tempo e o Londrina tratou de matar o jogo logo aos 9 minutos. Wéverton tabelou com Celsinho, driblou o zagueiro e foi derrubado na área. O camisa 10 cobrou e fez o quinto gol dele no campeonato, se isolando na artilharia da competição. 

O quarto também foi metade de Wéverton. Ele fez jogada individual e chutou, Vinícius defendeu, mas no rebote o atacante Alexandre Oliveira, que havia acabado de entrar, fez no rebote, aos 23 minutos. 

Com 4 a 0 e o adversário entregue, o time administrou a partida e o ego, já que das arquibancadas, ainda com muitos espaços a preencher, vinham os gritos de olé e o já tradicional "o Tubarão voltou!". 

Sensação do Paranaense, esse Londrina arrasador terá seu primeiro grande teste na quarta-feira, quando enfrenta o Paraná Clube, na Vila Capanema, às 19h30. 

VÍDEO Nº 2 LONDRINA LEC TUBARÃO 4 x NACIONAL ROLÂNDIA zero - by FARINA