terça-feira, 30 de junho de 2015

PRÁTICA COMUM NAS ÚLTIMAS DÉCADAS


MAIS UM ROLANDENSE É PRESO PELO GAECO NA OPERAÇÃO PUBLICANONa é desculpa e nem motivo para a prática, mas como advogado e ex-comerciante sempre ouvi falar que muitos fiscais do Estado do Paraná e de outros estados usavam os contadores de muitas empresas para cobrar propinas. Sempre foi prática dos fiscais desonestos (nos últimos 50 anos) de começarem uma fiscalização "de araque" nos livros fiscais e mandar o contador falar para os clientes que foi encontrado algumas irregularidades, mas que com "uma certa quantia" poderiam "deixar para lá" a multa e a cobrança do imposto omitido. A desculpa que costumavam dar ( ou ainda dão) é que com o pagamento ficaria "tudo certo" nos últimos 5 anos. 99% dos casos é claro nunca serão descobertos. No caso presente, o nosso amigo Jorge somente caiu por causa da delação premiada. Mas podem ter certeza que ele não era o único contador usado por estes fiscais para receberem propinas. Os contadores costumavam entrar "no jogo" destes fiscais pilantras, mas, na maioria das vezes, com "boas intenções", ou seja. livrar o cliente de pagar valores altíssimos de impostos e multas. Acreditavam estar sendo "fiéis" aos seus clientes. Mas tudo tem o seu tempo. Esperamos que agora os fiscais cumpram com a sua obrigações e nunca mais peçam propinas para deixarem de cobrar o que é devido ao fisco. Se fossem  prender todos os contadores que foram usados por estes fiscais desonestos, precisaríamos construir muitas prisões. Da minha parte não deixarei de ser amigo e colega do Jorge. Pessoa educada, honesta e de bom coração. Família querida na cidade e que continuará prestando bons serviços a nossa população. Deus abençoe o Jorge e toda a família. Se precisar do meu depoimento estarei a sua disposição para ajudá-lo. Um abraço meu amigo. Fique em paz. Tudo vai ficar bem e voltar a normalidade. Pegue-se com Deus. 

2 toneladas de maconha aprendida em Cerro Azul - Pr.



Lucas Sarzi






Os policiais desconfiaram do motorista que, em abordagem de rotina, acabou demonstrando nervosismo. Foto: Divulgação/PRF.


Quase duas toneladas de maconha foram apreendidas por policiais rodoviários federais na noite desta segunda-feira (29), em Céu Azul, região Oeste do Paraná. A droga estava em um fundo falso de um caminhão, que foi abordado no quilômetro 642 da BR-277. Essa foi a segunda maior 

apreensão do ano no Estado, conforme a PRF. Os policiais desconfiaram do motorista que, em abordagem de rotina,  acabou demonstrando nervosismo. Segundo a PRF, o homem de 45  anos apresentou à equipe um documento falso do veículo, que fez com  que os policiais vistoriassem o caminhão por completo.

Após uma fiscalização minuciosa, os policiais localizaram o compartimento  oculto, dentro do baú. Lá dentro, quando abriram, estavam os 1.742,1  quilos de maconha.  Assim que foi descoberto, o motorista, que é de Brejolândia (BA) acabou   confessando tudo. Ele teria dito aos policiais que pegou o caminhão em   um posto de combustíveis e que pretendia levá-lo até Porto Alegre (RS).

A droga, o caminhão e o motorista foram encaminhados à Delegacia da  Polícia Federal, em Foz do Iguaçu.  Trabalho intenso.  Conforme a PRF, essa foi a segunda maior apreensão de maconha feita  neste ano pelas equipes da Polícia Rodoviária Federal no Paraná. Os  números ficam atrás apenas de outra grande apreensão, no dia 31 de   maio, em Cascavel. Naquela data foram apreendidas 2,37 toneladas da    droga.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

ROLÂNDIA: JUIZES VISITAM PREFEITO INTERINO ZÉ DE PAULA

ROLÂNDIA NA PÁGINA POLICIAL DO BONDE NEWS

Gaeco prende auditor e advogado por participação em esquema na Receita

Guilherme Batista - Redação Bonde - 29/06/2015 --
Um auditor fiscal de Jacarezinho (Norte Pioneiro) e um advogado e contador de Rolândia (região metropolitana de Londrina) foram presos, na manhã desta segunda-feira (29), suspeitos de integrar o esquema de cobrança de propina descoberto dentro da Receita Estadual. A prisão da dupla é um desdobramento da segunda fase da Operação Publicano, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no último dia dez. Os pedidos de prisão foram expedidos pela 3.ª Vara Criminal de Londrina.

De acordo com informações do Ministério Público (MP), o auditor Ataliba José de Souza Filho e o advogado e contador Jorge Dias Paiva tiveram os nomes citados por suspeitos que já haviam sido presos pelo Gaeco. "A conduta dos dois é semelhante à dos demais auditores e advogados presos. Eles teriam cobrado propina de empresários para deixar de fiscalizar (a sonegação de impostos)", explicou o coordenador do Gaeco em Londrina, promotor Jorge Barreto da Costa, em entrevista à rádio Paiquerê AM.
Arquivo Folha
Arquivo Folha - Mais de 60 pessoas já foram presas durante a Publicano dois; no último dia dez, um ônibus da PM foi usado no transporte dos detidos
Mais de 60 pessoas já foram presas durante a Publicano dois; no último dia dez, um ônibus da PM foi usado no transporte dos detidos


O Gaeco já indiciou 112 pessoas por participação no esquema de corrupção descoberto na Receita. A ação penal contra os acusados deve ser proposta pelo MP ainda nesta segunda-feira. Eles vão responder por corrupção tributária e formação de organização criminosa.

O delegado Alan Flore pretende abrir uma nova investigação para apurar a conduta dos suspeitos que estão sendo identificados agora. Ele também não descartou a possibilidade da realização de uma terceira fase da Publicano.

VÍDEO PRISÃO EM ROLÂNDIA NA GLOBO RPC TV COROADOS LONDRINA

ROLÂNDIA: PRAÇA DO GINÁSIO DE ESPORTE CONTINUA ÀS ESCURAS

29/06/2015 -  3ª VEZ QUE COBRAMOS - FOTOS By JOSÉ CARLOS FARINA












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presos na região de Londrina por corrupção na Receita



Do G1 PR

Auditor, de Jacarezinho, e contador, de Rolândia, serão levados a Londrina.

Com a prisão deles, vai a 63 o número de prisões na 2ª fase da Publicano. 

Um auditor fiscal, de Jacarezinho, e um contador e advogado, de Rolândia, foram presos nesta segunda-feira (29), ainda na segunda fase da Operação Publicano, que investiga crimes de corrupção na Receita Estadual do Paraná em Londrina, no norte do estado. 

As duas prisões foram decretadas na sexta-feira (26), pela 3ª Vara Criminal de Londrina. Os suspeitos Ataliba José de Souza Filho e José Dias Paiva serão transferidos para uma penitenciária londrinense entre esta segunda e a terça-feira (30), segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). 

De acordo com o coordenador do Gaeco em Londrina, Jorge Costa, os dois nomes surgiram a partir de depoimentos prestados por empresários na segunda fase da Publicano, nos quais eles apresentaram "fatos novos". 

Com as duas novas prisões, sobe para 63 o número de prisões decretadas na segunda fase da Operação Publicano. Na primeiras fase, a Justiça aceitou denúncia contra 62 pessoas acusadas no caso.

JORNAL DE LONDRINA

Auditor de Jacarezinho e advogado de Rolândia são presos na Operação Publicano
29 de junho de 2015 by Fábio Silveira 0

Um auditor fiscal da 6ª Delegacia da Receita Estadual, de Jacarezinho, e um contador e advogado de Rolândia foram presos hoje pela manhã nas suas cidades, ainda pela segunda fase da Operação Publicano. Eles devem ser removidos para Londrina nas próximas horas. As duas prisões preventivas foram decretadas na sexta-feira da semana passada, pela 3ª Vara Criminal. O auditor e Ataliba José de Souza Filho e o contador e advogado é José Dias Paiva. Souza Filho deve ser removido para Londrina amanhã, enquanto Paiva deve ser transferido hoje mesmo – remoções que foram pedidas pelo Gaeco.

De acordo com o coordenador do Gaeco de Londrina, Jorge Costa, os dois nomes surgiram a partir de depoimentos prestados por empresários, nessa segunda fase da Publicano. “São fatos novos que surgiram”, afirmou Costa, sem especificar quais seriam esses fatos atribuídos a aos dois novos investigados. Ainda não está definido se eles serão denunciados hoje ou se entram num novo inquérito policial que será aberto na sequência das investigações. Eles não serão ouvidos nesse momento, já que o inquérito da Publicano já foi concluído. Se indiciados em novo inquérito, os dois investigados poderão ser ouvidos. Se denunciados na ação que erá concluída hoje, prestarão depoimento em juízo. A reportagem está tentando identificar os advogados dos dois novos investigados.

Com essas duas sobe para 63 o número de prisões decretadas na segunda fase da Publicano.

Prazo

O Ministério Público tem até hoje para apresentar a ação penal da segunda fase das investigações. A ação deve ser proposta até o final da tarde. Nenhum promotor vai falar sobre o assunto ainda nesta segunda-feira.

A Operação Publicano, que teve a primeira fase deflagrada em março, investiga a denúncia de que auditores fiscais, contadores e empresários teriam formado uma “organização criminosa” para facilitar a sonegação fiscal mediante o pagamento de propina. Para o Gaeco, o empresário Luiz Abi Antoun, parente do governador Beto Richa (PSDB) seria o operador político do suposto esquema.

ADVOGADO E CONTADOR DE ROLÂNDIA FOI PRESO PELO GAECO


Entrevistei agora por telefone um dos promotores do Gaeco, Dr. Jorge  Barreto da Costa, que disse-me que prenderam agora de manhã o contador e advogado Jorge Paiva de Rolândia e mais um auditor da Secretaria da Fazenda de Jacarezinho (receita estadual), por fatos relacionados e investigados na Operação Publicano II. Por ser advogado o detido  tem direito a uma cela especial. Processo corre na 3ª vara criminal da comarca de Londrina.
COMENTÁRIO:
Todo o réu é inocente até que se prove o contrário. Espaço reservado para o Jorge e seu defensor. Tenho o mesmo como uma pessoa de boa índole e de uma família maravilhosa. Todos meus amigos. Pessoas de bem. Exemplos na sociedade local. A nossa torcida é para que tudo não passe de um mal entendido da parte do Gaeco e que ele seja colocado em liberdade o mais rápido possível.

VÍDEO DENUNCIA SOBRE O HOTEL ROLÂNDIA By FARINA