FOLHA DE LONDRINA
Rolândia – Médicos
plantonistas do Hospital San Rafael, em Rolândia (Região Metropolitana
de Londrina), ameaçam entrar em greve nos próximos dias caso não recebam
o pagamento pelas atividades prestadas. Os profissionais afirmam que em
fevereiro passado receberam apenas 80% do valor das horas de plantão
que fizeram em janeiro. Não houve pagamento ainda referente ao mês
seguinte de trabalho.
O impasse vem ocorrendo desde que o valor da hora de plantão foi alterado de R$ 75 para R$ 90, em dezembro. Na época, a mudança foi feita com anuência da prefeita em exercício, vereadora Sabine Giesen (PMDB) – que assumiu o Executivo enquanto o prefeito Johnny Lehmann (PTB) estava cassado –, da direção do hospital e da Câmara de Vereadores. Um projeto de lei foi aprovado com o novo valor, mas o contrato não chegou a ser assinado. "Do valor total, a Prefeitura repassava R$ 60 e o hospital R$ 15. Depois, foi acordado que a Prefeitura assumiria o valor integral de
R$ 90", relata um dos médicos que trabalham no San Rafael, Jorge Abrão Nassif.
De volta ao mandato, o prefeito Johnnny Lehmann não teria assinado o contrato com o hospital. O motivo seriam as certidões negativas do estabelecimento, que estariam irregulares. Uma reunião com representantes da Prefeitura, hospital e corpo médico do San Rafael discutiu ontem uma saída para o imbróglio. A Procuradoria Jurídica da Prefeitura, conforme a assessoria do gabinete de Lehmann, teria ficado de analisar o caso e dar um encaminhamento hoje.
Os médicos, ainda assim, cobram o pagamento dos plantões já trabalhados. Alguns profissionais chegam a atuar mais de 200 horas por mês no estabelecimento. A categoria procurou o Conselho Regional de Medicina (CRM) e foi orientada pelo setor jurídico a elaborar uma carta reivindicando o pagamento e alertando o hospital de que o prazo para que os vencimentos sejam pagos não deve passar de 30 dias. Caso isso ocorra, os profissionais entrarão em greve e não poderão ser responsabilizados por omissão no atendimento.
De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital San Rafael, as certidões do estabelecimento estão em ordem, tanto que o hospital tem convênios com o governo do Estado e o Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que a situação dos médicos seja liquidada até o fim da semana, quando o contrato com a Prefeitura para pagar os plantões deve ser assinado.
O impasse vem ocorrendo desde que o valor da hora de plantão foi alterado de R$ 75 para R$ 90, em dezembro. Na época, a mudança foi feita com anuência da prefeita em exercício, vereadora Sabine Giesen (PMDB) – que assumiu o Executivo enquanto o prefeito Johnny Lehmann (PTB) estava cassado –, da direção do hospital e da Câmara de Vereadores. Um projeto de lei foi aprovado com o novo valor, mas o contrato não chegou a ser assinado. "Do valor total, a Prefeitura repassava R$ 60 e o hospital R$ 15. Depois, foi acordado que a Prefeitura assumiria o valor integral de
R$ 90", relata um dos médicos que trabalham no San Rafael, Jorge Abrão Nassif.
De volta ao mandato, o prefeito Johnnny Lehmann não teria assinado o contrato com o hospital. O motivo seriam as certidões negativas do estabelecimento, que estariam irregulares. Uma reunião com representantes da Prefeitura, hospital e corpo médico do San Rafael discutiu ontem uma saída para o imbróglio. A Procuradoria Jurídica da Prefeitura, conforme a assessoria do gabinete de Lehmann, teria ficado de analisar o caso e dar um encaminhamento hoje.
Os médicos, ainda assim, cobram o pagamento dos plantões já trabalhados. Alguns profissionais chegam a atuar mais de 200 horas por mês no estabelecimento. A categoria procurou o Conselho Regional de Medicina (CRM) e foi orientada pelo setor jurídico a elaborar uma carta reivindicando o pagamento e alertando o hospital de que o prazo para que os vencimentos sejam pagos não deve passar de 30 dias. Caso isso ocorra, os profissionais entrarão em greve e não poderão ser responsabilizados por omissão no atendimento.
De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital San Rafael, as certidões do estabelecimento estão em ordem, tanto que o hospital tem convênios com o governo do Estado e o Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que a situação dos médicos seja liquidada até o fim da semana, quando o contrato com a Prefeitura para pagar os plantões deve ser assinado.
Antoniele Luciano
Reportagem Local
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