Com grande pesar comunico, a pedido da família, o
falecimento, aos 75 anos, da dona Cida Moura, ocorrido hoje à tarde, em
Londrina. Dona Cida, admirável esposa de Eurides Moura, mãe, avó, teve,
ao lado de Eurides, destacada atuação na área social de Rolândia à
frente da APMI, e também no Lions e outras entidades. Sempre uma
batalhadora incansável das boas causas. Aos familiares os nossos sentimentos. Assim que for anunciado local do velório e horário de sepultamento, estarei informando. EDNELSON ALVES
Membros
do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (CONDEMA) estiveram na
noite desta terça-feira, 26 de maio, no gabinete do Prefeito José de
Paula Martins e levaram sugestões para a destinação do resíduos sólidos . Ver mais em: rolandia.pr.gov.br
Curitiba - O deputado
Edson Praczyk (PRB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa (AL), na
tarde de ontem, para criticar as investigações do Ministério Público
(MP) que apontam a suposta prática de empregar funcionários fantasmas na
Casae ficar com o salário deles. Segundo
Reportagem da RPC, entre os supostos fantasmas usados para
desviar os valores estariam mulheres de outros pastores da Igreja
Universal do Reino de Deus, à qual pertence o parlamentar.
Praczyk afirmou que a denúncia é infundada e, como prova,
colocou à disposição da Justiça a quebra de seu sigilo bancário desde o
primeiro mandato (ele está na quinta legislatura): "Se eu produzi ou
participei de algum esquema famigerado é só puxar a minha quebra de
sigilo".
O MP aponta que as irregularidades teriam ocorrido entre 2001 e
2003, no primeiro mandato de Praczyk. Ainda conforme o MP, ele teria
delegado à funcionária Micheli Borges da Silva, que hoje está lotada na
3ª Secretaria da AL e recebe salário de R$ 10 mil, a responsabilidade
de gerenciar as contas bancárias e controlar a movimentação financeira
sobre os salários dos supostos fantasmas. O controle seria feito por
procurações assinadas pelos supostos fantasmas.
O Conselho de Ética da Casa, presidido por Praczyk, arquivou
recentemente (por unanimidade) o pedido de abertura de processo de
cassação contra o ex-presidente da AL Nelson Justus (DEM), acusado de
contratações irregulares e desvio de salários de servidores.
Rubens Chueire Jr. - Reportagem Local VEJA O VÍDEO
A maior parte das celas no CMP são sujas e apertadas. Algumas tem até
seis camas e estão frequentemente abarrotadas de cadeiras de rodas e
equipamento médico. Alguns dos prisioneiros têm doenças mentais e outros
têm problemas de saúde mais sérios.
Ao
contrário do que ocorre em outras prisões, aqui o pátio que os detentos
frequentam é um ambiente calmo. O CMP também abriga um número de presos
acima de sua capacidade – são 692 pessoas para 554 vagas –, mas há
bastante rotatividade. De acordo com os funcionários, cerca de 50
detentos chegam e saem do local todos os dias.
As
três celas da imagem acima – de números 601, 602 e 603 – já abrigaram
executivos envolvidos na Lava Jato. Três detentos ocupam cada cela, onde
têm acesso a colchões e travesseiros mais limpos e confortáveis. Eles
também têm televisões, livros e artigos de escritório.
No
momento da visita da BBC Brasil, os detentos estavam rodeados de
documentos pessoais. Esta ala da prisão é limpa e parece ter sido
reformada recentemente, mas outros prisioneiros nesta parte do CMP
reclamam da comida servida a eles, algo comum em presídios brasileiros.
Todos os prisioneiros que chegam aqui fazem uma série de exames médicos – desde pressão arterial até saúde mental.
O
rolandense Leonardo Back, de 14 anos, brilhou no Campeonato Brasileiro
de Ciclismo Júnior, encerrado no domingo 24 de maio, em Maringá. O
atleta... rolandia.pr.gov.br